Carol Gomes participa da abertura da Campanha Maio Furta-Cor
Na tarde desta terça-feira (6), a vereadora Carol Gomes (União Brasil) participou da abertura da Campanha Maio Furta-Cor, iniciativa que trata da conscientização sobre a saúde mental materna.
A abertura oficial aconteceu no Parque da Criança, e contou com a presença do CAPSinho – Centro Campinense de Intervenção Precoce, que trouxe atividades voltadas para o público infantil e ações de integração com as famílias.
Em Campina Grande, através da propositura da vereadora, a campanha tornou-se Lei Municipal N° 8.498/22, sendo um movimento comunitário sem fins lucrativos, democrático e apartidário que visa sensibilizar a população para a causa da saúde mental materna.
“Como mãe de três filhos, profissional de saúde e vereadora, tenho essa causa como prioridade, por entender que o bem estar materno é fundamental tanto para a mãe, quanto para o desenvolvimento da criança. Precisamos cuidar da saúde mental das mães, a sociedade unida precisa dar visibilidade para esta pauta”, disse Carol.
Durante todo o mês serão realizadas ações com o intuito de conscientizar a população em relação à sobrecarga materna, a incompreensão dos desafios do maternar e os riscos de sofrimento mental das mulheres devido às crescentes demandas da maternidade. Em 2025 o tema da campanha é ‘Saúde Mental Materna: um direito de todas’.
“Na Câmara de Vereadores, além da lei municipal já vigente, sigo protocolando iniciativas voltadas para esta causa, pois entendo que precisamos dar cada vez mais espaço para essa pauta. Juntas faremos parte dessa onda furta-cor, afinal, saúde mental materna é um direito de todas”, concluiu.
***Conteúdo de responsabilidade da Assessoria de Comunicação
Sessão Ordinária 07/05/2025
Fotos: Josenildo Costa
Sessão Especial celebra o Dia do Escoteiro e destaca a importância do movimento para a juventude campinense
Foi realizada na Câmara Municipal de Campina Grande, por proposição do vereador Dinho Papa-Léguas, uma Sessão Especial em alusão ao Dia do Escoteiro, comemorado em 23 de abril. A iniciativa teve como objetivo homenagear escoteiros e dirigentes locais, além de destacar a relevância do movimento escoteiro para a formação de crianças e adolescentes e para a construção de uma sociedade mais solidária, ética e comprometida com o bem comum.
Foto: Josenildo Costa
Na justificativa da propositura, o parlamentar ressaltou que o escotismo é um movimento educacional centenário, com missão voltada ao desenvolvimento do caráter, responsabilidade, compromisso social e liderança de jovens. Por meio de atividades ao ar livre, trabalho em equipe e aprendizagem prática, o escotismo promove valores como respeito, disciplina e solidariedade. “Meninos e meninas aprendem desde cedo que o mundo é maior que seus próprios interesses e que servir ao próximo é uma forma nobre de existir”, afirmou o vereador, que defendeu a valorização do movimento como um investimento na construção de uma juventude mais consciente.
Foto: Josenildo Costa
A mesa da sessão contou com a presença de representantes dos grupos escoteiros de Campina Grande e da diretoria estadual do movimento. Além disso, vereadores também se fizeram presentes na sessão e participaram da tribuna, fazendo referência a importância do movimento.
Foto: Josenildo Costa
A jovem Luara Aquemi, do Grupo Escoteiro Graças, compartilhou sua trajetória, destacando que participa do escotismo desde os sete anos de idade. “O escotismo nos ensina valores, autonomia e serviço à comunidade. Para continuar crescendo, o movimento precisa do apoio das famílias, da comunidade e de espaços como este, onde os jovens são ouvidos e valorizados”, afirmou.
Representando os pais, Petrônio Luiz relatou a influência do escotismo na vida de sua filha, destacando o impacto positivo na formação pessoal e acadêmica. Segundo ele, além das atividades práticas, o movimento contribui para o desenvolvimento do autocontrole, da disciplina e do foco.
Silva Ivaneide, chefe da tropa do Grupo Escoteiro 51 PB Graças, compartilhou sua experiência no escotismo, iniciada ainda na infância. Em sua fala, reforçou que os ensinamentos adquiridos no movimento moldaram sua liderança e contribuíram significativamente para seu desenvolvimento pessoal, social e profissional.
Já o diretor-presidente do Grupo Escoteiro Católico Dom Luís Gonzaga Fernandes, Roberto Alan Ferreira de Araújo, definiu o escotismo como uma missão. Em sua fala, ressaltou que o lenço usado pelos escoteiros simboliza uma fraternidade reconhecida mundialmente. “O ensino constrói, mas o exemplo arrasta”, destacou, enfatizando que o escotismo oferece à juventude um caminho de serviço, fé, cidadania e contato com a natureza, sendo um antídoto ao que chamou de “déficit de natureza” enfrentado pela nova geração.
Foto: Josenildo Costa
Josué Dias, vice-diretor dos Escoteiros da Paraíba, apresentou um panorama geral do movimento no estado, que conta com mais de mil membros. Ele falou sobre a estrutura dos grupos, suas faixas etárias e formas de atuação, reforçando o método escoteiro, validado mundialmente, que prioriza o contato com a natureza, a liberdade assistida, a responsabilidade coletiva e a construção conjunta de decisões. Ao final, apresentou a proposta de criação da Semana Municipal do Escoteiro, projeto de autoria do vereador Dinho Papa-Léguas que ainda será apreciado pela Casa Legislativa.
A sessão evidenciou o papel transformador do escotismo na sociedade e reforçou o compromisso da Câmara Municipal de Campina Grande em reconhecer e apoiar iniciativas que contribuam para a formação cidadã da juventude.
Conscientização da saúde mental materna é tema na tribuna
Na manhã desta terça-feira (06), foi realizada a 33ª Sessão Ordinária da 1ª Sessão Legislativa da 19ª Legislatura da Câmara Municipal de Campina Grande. A sessão foi presidida pelo vereador Pastor Luciano Breno (Avante) e secretariada pelo vereador Saulo Noronha (MDB), contando apenas com pronunciamentos durante o Pequeno Expediente.
Foto: Josenildo Costa
A vereadora Carol Gomes utilizou a tribuna para destacar o mês de conscientização da saúde mental materna, instituído pela Lei Municipal nº 8.498/2022. Este é o quarto ano de realização da campanha, que em 2025 traz o tema “Saúde mental materna: direito de todas”. A programação é de abrangência nacional e conta com a participação de Campina Grande em suas atividades. A abertura ocorreu nesta terça, no Parque da Criança, com a presença das mães assistidas pelo Capsinho, serviço no qual Carol já atuou como fisioterapeuta. Ela enfatizou a importância de cuidar da saúde mental dessas mulheres, também no pós-parto, com ações também previstas para o Instituto de Saúde Elpídio de Almeida (ISEA). A vereadora reforçou que a causa deve ser abraçada por toda a cidade e convidou os demais parlamentares a se unirem ao movimento, destacando que a saúde mental materna importa a todos.
O vereador Severino da Prestação lembrou o Dia do Líder Comunitário, celebrado no dia anterior, parabenizando esses agentes sociais por seu trabalho em prol das comunidades mais vulneráveis. Ele também protocolou uma moção de aplausos aos presidentes das quadrilhas juninas de Campina Grande, destacando o papel dessas lideranças como educadores e orientadores sociais. Severino enfatizou o impacto positivo que essas quadrilhas têm ao resgatar jovens e adultos de contextos de risco por meio da valorização da cultura e das raízes nordestinas. Destacou ainda a importância econômica gerada por essa cadeia produtiva cultural, que movimenta mais de R$ 1 milhão na economia da cidade anualmente.
Foto: Josenildo Costa
Na mesma linha de reconhecimento, o vereador Alexandre Pereira parabenizou o vereador Olimpio Oliveira pela realização da sessão especial em homenagem aos 50 anos de atividades da Embrapa Algodão em Campina Grande, ressaltando a importância da instituição para o município. Em sua fala, Alexandre também trouxe à pauta a necessidade de fiscalização do cumprimento das leis municipais. Citou como exemplo a Lei de 2014 que determina a coleta e análise da água em escolas, creches e unidades de saúde, mas que não tem conhecimento de sua implementação. O parlamentar informou que encaminhará pedido aos órgãos municipais competentes para que a norma seja efetivada.
Foto: Josenildo Costa
Ainda no pequeno expediente, o vereador Olimpio Oliveira reiterou a relevância da Embrapa para a cidade e disse que todos presentes na sessão saíram com a consciência da importância da instituição. Em seguida, relatou preocupação com uma notícia recente: a judicialização, por parte da Prefeitura de Campina Grande, de uma cobrança de IPTU ao Campinense Clube, instituição centenária da cidade. Segundo Olimpio, o clube é reconhecido como de utilidade pública municipal e não exerce atividade econômica, preenchendo, portanto, os requisitos para isenção tributária previstos no Código Tributário. O parlamentar classificou a medida como um equívoco que precisa ser corrigido, sobretudo diante de grandes contribuições do clube com o nome e a história esportiva de Campina Grande.
Concluindo as participações na tribuna, o vereador Pimentel Filho retomou a discussão sobre a segurança na Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), após o recente assassinato no campus. Criticou a ausência de detectores de metais nas portarias, mesmo havendo uma lei que obriga a sua instalação, e alertou que medidas simbólicas não garantem a segurança de estudantes e servidores. Em seguida, reforçou a necessidade de apuração de uma denúncia de assédio envolvendo servidores da Prefeitura, tema já trazido em sessões anteriores. Por fim, fez um apelo pela valorização dos músicos locais no Maior São João do Mundo, criticando o reajuste insuficiente dos cachês e comparando com a realidade de Caruaru, onde os artistas recebem valores significativamente maiores.
Sessão Especial celebra os 50 anos da Embrapa Algodão em Campina Grande
Foi realizada na noite desta segunda-feira (5) na Câmara Municipal de Campina Grande, uma Sessão Especial em homenagem aos 50 anos de atuação da Embrapa Algodão na cidade. A solenidade foi proposta pelo vereador Olímpio Oliveira (Podemos) e reuniu autoridades, pesquisadores, servidores da Embrapa e representantes da sociedade civil em reconhecimento à contribuição da instituição para o desenvolvimento da agricultura na Rainha da Borborema, na Paraíba e no Brasil.
Foto: Josenildo Costa
A mesa foi composta por: Daniel Ferreira (Chefe Geral Interino da Embrapa Algodão); Félix Araújo Filho (Deputado Estadual); Nair helena (Pesquisadora da Embrapa Algodão); Luís Gonzaga (Chefe Adjunto de Pesquisa de Desenvolvimento da Embrapa). Também estiveram presentes na cerimônia: vereadores, servidores da Embrapa, pesquisadores, colaboradores, dentre outros convidados.
Fundada nacionalmente em 1973, a Embrapa iniciou suas atividades na Paraíba em 16 de abril de 1975, com a criação do então Centro Nacional de Pesquisa do Algodão, em Campina Grande. Desde então, a unidade se tornou referência nacional e internacional na geração de tecnologias, produtos e serviços voltados para culturas como algodão, mamona, amendoim, gergelim e sisal.
Foto: Josenildo Costa
Em sua justificativa da propositura o vereador Olímpio Oliveira destacou a importância histórica da Embrapa para a cidade e o país. “Nós temos que celebrar a existência da Embrapa, que chega a Campina Grande em 1975 (…) Campina Grande deve muito ao ciclo do algodão para o seu desenvolvimento. O Brasil deve muito a Embrapa, o agronegócio, agricultura, a agricultura familiar, a ciência, a pesquisa… Todos nós somos devedores da Embrapa Algodão, que tem dado uma contribuição muito grandiosa para quem quer produzir no Brasil”, afirmou.
O parlamentar também destacou o impacto nacional das tecnologias desenvolvidas a partir de Campina Grande. “Daqui de Campina Grande, a tecnologia, o conhecimento, as variedades que são criadas, estão produzindo riquezas no Centro-Oeste, no algodão, em outras regiões na produção do amendoim, do gergelim, da mamona, do sisal e do algodão colorido aqui na agricultura familiar da Paraíba, que não fica de fora, na produção de Amendoim” disse.
Relembrando a crise do bicudo, que afetou severamente a produção de algodão na década de 1980, Olímpio destacou a atuação da Embrapa. “Foi a EMBRAPA que não deixou faltar o pão na comida do trabalhador rural quando em 2000 começou a desenvolver variedades mais resistentes, com fibras mais fortes do algodão colorido”, disse. E completou: “Se não fosse essa ciência, o trabalho desses homens e dessas mulheres, enfrentando crises, elaborando teses, criando soluções… pobre seria o agro desta nação”.
“E como é que Campina Grande não poderia agradecer a Embrapa se ela já fez tanto pela cidade, pela Paraíba e pelo Brasil. Então, de tudo que eu disse, de tudo que eu falei, eu saio daqui plenamente contemplado, olhando nos olhos daqueles que constroem, no dia a dia, a nossa Embrapa. Eu gostaria de dizer, meu muito obrigado!”. Finalizou Olimpio Oliveira
Foto: Josenildo Costa
O Deputado Estadual Félix Araújo Filho (Rede) também discursou na tribuna e ressaltou a importância histórica da Embrapa. “Embrapa é história… Se debruçarmos o olhar para aquela locomotiva que, lamentavelmente, está abandonada, ela fala conosco, ela resfolega nos trilhos do tempo, contando-nos as histórias imensas da distribuição do algodão, cultura invencível, aqui na Paraíba e, especialmente, no entorno de Campina Grande”, afirmou.
Ao finalizar o seu discurso, ele relembrou a força econômica do ciclo algodoeiro: “Houve um tempo em que o homem do campo, ao olhar da janela, ele via um capucho branco, brilhante, como uma espécie de um pedaço de nuvem pousando sobre as plantas verdes da terra e disputávamos com Liverpool na Inglaterra. Ora, se Campina já é a cidade que Nova York queria ser, imagine Liverpool, que era a cidade que queria ter a produção de algodão de Campina Grande”.
Foto: Josenildo Costa
O Chefe-Geral Interino da Embrapa Algodão, Daniel Ferreira, agradeceu à Câmara pela homenagem e falou sobre o legado da instituição. “É com grande honra que eu ocupo hoje essa tribuna da Casa de Félix Araújo. Que honra! que satisfação! Para celebrar, na verdade, uma instituição que é motivo de orgulho para a nossa cidade e para todo o Brasil, a Embrapa Algodão, que neste ano completa 50 anos de trajetória, história, dedicação e transformação”, disse.
Daniel Ferreira destacou os impactos sociais e ambientais das pesquisas desenvolvidas. “A missão da Embrapa Algodão vai além da ciência. Nesses 50 anos, temos sido instrumento de transformação social e econômica, levando conhecimento ao campo e abrindo caminhos para um futuro mais justo e sustentável (…) desenvolvemos já cerca de 60 cultivares de algodão adaptadas à diversidade dos solos, do clima do nosso país, resistentes, altamente produtivas, que devolveram dignidade e competitividade ao setor. Esse é o nosso maior legado”, afirmou.
Ao finalizar, destacou que a Embrapa também atua em outras culturas como a mamona, sisal e o amendoim. “Nossa história não fica só no algodão. No coração do semiárido nordestino, a Embrapa algodão tem atuado com profundo compromisso junto a culturas de enorme valor econômico, social e cultural, como a mamona e sisal. Com a mamona, impulsionamos o desenvolvimento da cadeia da cultura e do biodiesel, dando protagonismo à agricultura familiar e ajudando o Brasil a avançar na produção de energia limpa.
“Já com o sisal, temos trabalhado para aumentar a competitividade e a sustentabilidade da cadeia produtiva por meio de arranjos produtivos inovadores; estudos para aplicações bioindustriais e, mais recentemente, pesquisas voltadas à produção de etanol a partir do sisal”.
“Nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste, Sul do Brasil, a atuação da Embrapa Algodão com a cultura do amendoim tem impulsionado a produção tanto para o mercado alimentício quanto para o mercado industrial”. Finalizou
Sessão Especial alusiva ao Dia do Escoteiro 06/05/2025
Fotos: Josenildo Costa
Sessão Ordinária 06/05/2025
Fotos: Josenildo Costa
Sessão Especial alusiva aos 50 anos da Embrapa Algodão Campina Grande 05/05/2025
Fotos: Josenildo Costa
Câmara promove Audiência Pública em defesa dos direitos trabalhistas
Na noite da última quarta-feira (30), a Câmara Municipal de Campina Grande foi palco de uma Audiência Pública em alusão ao Dia Internacional do Trabalhador, comemorado em 1º de maio. A propositura foi da vereadora Jô Oliveira (PCdoB) e contou com a presença de vereadores, lideranças sindicais, representantes de movimentos sociais e membros da comunidade, que se reuniram para discutir os desafios e avanços na luta por direitos trabalhistas no Brasil.
Foto: Josenildo Costa
A mesa foi composta por nomes importantes da militância sindical e social de Campina Grande e da Paraíba, como Socorro Ramalho (CUT-PB), Marinalva Silva Souza (Diretora técnica da Associação das Trabalhadoras Domésticas), José Rogério (Sindicato dos Comerciários), Paulo Romário (MST), José Nascimento Coelho (CTB-PB), Franklyn Barbosa (Sindicato dos Trabalhadores Públicos Municipais do Agreste e da Borborema (Sintab), entre outros. A diversidade de participantes evidenciou o caráter plural da audiência e a importância de abrir espaço para o diálogo democrático sobre melhorias trabalhistas e direitos dos trabalhadores.
Durante o evento, a vereadora Jô Oliveira destacou a necessidade de refletir, além de celebrar, o significado do 1º de maio. Em seu discurso, ela enfatizou a defesa intransigente da classe trabalhadora e o compromisso do seu mandato com a construção coletiva das pautas sociais. “Eu quero agradecer a todas as pessoas, todas as entidades, todos os sindicatos que ao longo desses dias, se articularam, pensaram junto com o nosso mandato, como seria essa audiência pública(…) Eu acredito muito nessa forma partilhada de fazermos e tomarmos as decisões, de dividir as responsabilidades. Eu acredito que, com isso, a gente pode, minimamente, ir contribuindo com esse processo, na luta de classes.”, afirmou a parlamentar.
Entre os temas centrais debatidos estiveram a redução da jornada de trabalho, a revisão da escala 6×1, e sobre as tomadas de decisão que envolvem toda a sociedade através de seus representantes no Congresso Nacional.
Foto: Josenildo Costa
A vereadora reforçou o papel da Câmara como espaço essencial para discussões sociais. “Quero, de novo, dizer do quanto é importante que essa casa esteja aberta para que a gente faça essa discussão. Mas, acima de tudo, para que a gente tenha a representação daqueles e daquelas que fazem com que essa cidade cresça! Nós que trabalhamos, diariamente, para que, de fato, Campina seja grande!”, concluiu.
Foto: Josenildo Costa
A primeira a falar na tribuna foi a senhora Socorro Ramalho, vice-presidente da CUT-PB, que elogiou a iniciativa da vereadora e refletiu sobre o significado da data. “O 1º de maio representa a luta, a ousadia e a coragem de todos nós que construímos esse país. Antigamente era chamado de dia do trabalho, mas conseguimos mudar para o dia do trabalhador e da trabalhadora” destacando que são as pessoas que devem ser o centro do que deve ser lembrado e comemorado nesse dia. Ressaltando que ainda há muito a ser conquistado.
Já Franklyn Barbosa, representante do SINTAB, usou seu tempo para denunciar as mazelas enfrentadas pela classe trabalhadora. Citando Karl Marx, ele afirmou que a emancipação dos trabalhadores deve ser feita por eles próprios. “O 1º de maio não é para festa. É um dia de denúncia. Devemos denunciar as injustiças, os baixos salários, a retirada de direitos, a exploração, a concentração de renda. Primeiro de maio é pra gente pedir a revogação da reforma trabalhista, a revogação da reforma da previdência(…) Primeiro de maio é o dia da classe mais importante da sociedade do mundo todo, porque somos nós, trabalhadores e trabalhadoras, que produzem a riqueza do mundo, que sustenta o mundo.” Disse Franklyn, chamando atenção para a realidade de desemprego e desigualdade social no país.
Foto: Josenildo Costa
A Audiência Pública, promovida pela Câmara Municipal de Campina Grande, mostrou-se um espaço essencial de escuta e articulação das demandas da classe trabalhadora. Ao reunir diferentes setores sociais, o evento contribuiu para o fortalecimento da democracia participativa e para a promoção de políticas públicas que respeitem e valorizem os direitos de quem move a economia e constrói diariamente o Brasil.