Câmara discute em audiência pública doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti

Câmara discute em audiência pública doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti

Câmara discute em audiência pública doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti

A Câmara Municipal atendendo propositura do vereador Napoleão Maracajá, realizou Audiência Pública para discutir  as doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti como a dengue, chikungunya e o Zica Vírus. Participaram da audiência representante das secretarias de saúde do estado e do município, médicos, representantes do Corpo de Bombeiro, Policia Militar, Hospital de trauma entre outros.

O vereador Napoleão Maracaja ao saudar os participantes chamou a atenção para o envolvimento de todos no combate ao mosquito que transmite tanto a dengue como o Zica vírus e a chikungunya sendo ainda um dos causadores da microcefalia. Ele destacou a importância do envolvimento de todos para o combate a essas endemias assim como implementação de ações de atendimento as vítimas da microcefalia.

A gerente executiva de Vigilância em Saúde, Renata Nóbrega fez um levantamento das ações do governo estadual e ressaltou a importancia da discussão dessa temática no momento atual dizendo ser a mesma  tão pertinente para a população. Registra que apesar de ter um aumento no número de casos de dengue, o número de óbitos diminuiu na Paraíba.

Ela ainda destacou o aumento de 400% das notificações no cenário da dengue em relação ao ano de 2015 e diz que o cenário é preocupante. “Relatou que em 29 municípios da Paraíba está com casos sendo investigados e que combate ao Aedes requer a contribuição de todos os setores governamentais e da população, pois a forma mais eficaz de combate é não deixar o mosquito nascer”. Ressaltou quer focos geralmente estão nascendo em caixas d’água, lixo, depósitos domésticos. Disse ainda que apesar do aumento de crianças  nascidas com a microcefalia nem todos têm relação com o Zica Vírus.

A diretoria da 3ª regional de saúde, Tatiana Medeiros disse que debates como este, realizado pela CMCG são muito importantes para a população, pois o trabalho de combate ao Aedes tem que ser permanente e envolve todos os segmentos governamentais e não governamentais.

A médica Adriana Melo, primeira especialista de Campina Grande em estudar a relação do Zica Vírus com a microcefalia, afirmou na oportunidade,  que esse vírus é difícil de confirmação e que falta a equipamentos impedem os pesquisadores de avançar nos diagnósticos e na confirmação mais rápida da doença.

Adriana Melo pediu o empenho de todos, independente de ideologias políticas, para encontrar meios de equipar os laboratórios facilitando assim a confirmação dessas endemias. A médica pesquisadora alerta ainda para o uso excessivo de repelentes e defende uma gestão  em prol do saneamento básico como forma de erradicação desse mosquito transmissor tanto da dengue, zica e a chikungunya. Também ressaltou que a situação é muito grave e apelou aos governantes uma maior atenção com mães que se deslocam de outros municípios e estados em busca atendimentos para essas crianças com microcefalia.

A secretária municipal de saúde, Luzia Pinto disse que muitas ações foram implantadas pela PMCG, através da saúde no combate ao mosquito transmissor assim como foi implantado serviços de atendimento as crianças vitimadas pela microcefalia. Assim como um plano emergencial para diagnosticar e atender as mães e crianças Disse: “a guerra não está perdida”.

Disse ainda que Campina Grande está prestando atendimento a todas as mães e crianças que procuram os serviços sem levar em consideração a compactuação com demais municípios. A secretária de saúde  de Campina Grande relatou que  entre as ações de combate ao AEDES  foram intensificados as limpezas de terrenos, recolhimentos de pneus, desenvolvimento de campanhas educativas em toda rede municipal e ainda, através de ordem judicial, visita aos imóveis fechados e abandonados da cidade.

Dirp./CMCG




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