Galego do Leite requer informações à STTP sobre multas e resultados de recursos na Jari

Galego do Leite requer informações à STTP sobre multas e resultados de recursos na Jari

O vereador Galego do Leite (Podemos), líder da bancada de oposição na Câmara Municipal de Campina Grande, apresentou um pedido de informações ao superintendente de Trânsito e Transportes Públicos, Félix Araújo Neto, a respeito do volume de multas aplicadas na cidade neste ano de 2017, bem como um balanço dos resultados de recursos apresentados no período à Junta Administrativa de Recursos de Infrações (Jari). A matéria foi aprovada por unanimidade.

Sobre o primeiro caso, Galego questionou quantas multas foram aplicadas no primeiro semestre deste ano em Campina Grande pela STTP e pediu à autarquia que discrimine as ocorrências que geraram tais multas. O vereador também quer saber em que proporção a aplicação se deu por ação direta dos agentes, câmeras de monitoramento e outros instrumentos eventualmente disponíveis.

“É importante entender como está acontecendo o registro destas infrações, qual a proporção de multas aplicadas pelos agentes nas ruas, pelas câmeras, pelas lombadas eletrônicas, porque toda essa informação, além de ser um direito da população ter conhecimento disso, também serve para avaliarmos melhor tal quadro na cidade”, comentou o vereador.

Sobre a Jari, o parlamentar questiona quantos recursos foram apresentados no primeiro semestre deste ano, e quantos, do total apresentado no mesmo período, foram deferidos. “Temos ouvido inúmeras reclamações de pessoas que explicam que receberam multas nitidamente equivocadas e, mesmo apresentando à junta argumentos bastante plausíveis, o resultado termina sendo o indeferimento. Isso é preocupante”, analisa.

ESCALADA DAS MULTAS
Durante a sessão desta quinta-feira, 14, Galego do Leite falou sobre o aumento na arrecadação com multas em Campina Grande. De acordo com ele, dados do Sagres mostram que somente nos seis primeiros meses deste ano, as infrações renderam mais de R$ 3,8 milhões aos cofres do Município, contra R$ 3,7 milhões de todo o ano de 2016.

“Não estamos dizendo que deva-se passar a mão na cabeça de quem desrespeita as leis de trânsito. Mas, por outro lado, é preciso que esses números sejam explicados e, mais que isso, que a STTP atue firmemente no sentido de ordenar e melhorar o trânsito, não apenas se limite a aplicar multas, e é nesse ponto que reside a maioria das queixas das pessoas”, disse Galego.

***Conteúdo de responsabilidade da Assessoria




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