João Dantas solicita remoção e preservação de mural histórico localizado no Edifício Rique

João Dantas solicita remoção e preservação de mural histórico localizado no Edifício Rique

O vereador João Dantas (PSD) utilizou a tribuna da Câmara Municipal de Campina Grande, para tratar sobre o requerimento de sua autoria que solicita ao prefeito Romero Rodrigues, a realização de estudos no sentido de transferir para uma área pública, uma obra de arte na forma de mural elaborado em azulejos, de autoria do arquiteto Tertuliano Dionísio, localizada na antiga sede do Banco Industrial de Campina Grande no Edifício Rique.

João Dantas explicou que a proposta surgiu em atendimento a solicitação de alguns memorialistas representados na pessoa do membro do Instituto Histórico de Campina Grande, Emmanuel Sousa, com subsídios retirados do Blog Retalhos Históricos de Campina Grande, que, sempre atentos e preocupados com a preservação da nossa história, levou a reivindicação para o seu gabinete.

João esclareceu que Campina Grande se destacava nacionalmente pela existência do seu próprio banco. “O Banco Industrial de Campina Grande, de propriedade da tradicional família Rique, tinha sua sede nacional localizada no Edifício Rique na Rua Venâncio Neiva”. Explica.

Ao longo da sua História, o Edifício Rique conta com a presença de uma obra de arte na forma de um mural elaborado em azulejos, de autoria do arquiteto Tertuliano Dionísio. O painel encontra-se na parede interior onde ficavam os caixas do extinto Banco Industrial e, posteriormente, o Banco Mercantil do Brasil. Hoje é uma parede desprezada pela loja de eletrodomésticos que ocupa atualmente o espaço.

O painel retrata o cenário histórico municipal, onde se destaca a cultura do algodão, principal fonte da riqueza dos Rique.

“Nossa sugestão consiste na verificação da viabilidade técnica, por parte da Prefeitura Municipal, de se retirar o mural/painel do local onde ainda se encontra, no interior do Edifício Rique, na loja de eletrodoméstico, e transferi-la, talvez precisando ser remontada como um quebra cabeças, em uma área pública, como o Parque Liberdade, ou algo a ser criado no Aluísio Campos”. Justificou Dantas.

***Conteúdo de responsabilidade da Assessoria




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