Lucas Ribeiro propõe que recursos da Zona Azul beneficiem entidades filantrópicas

Lucas Ribeiro propõe que recursos da Zona Azul beneficiem entidades filantrópicas

A Câmara Municipal de Campina Grande realizou nesta quarta-feira, 06, uma audiência pública para discutir a administração e destinação dos recursos da Zona Azul. Ao contrário do que imagina o senso comum, o programa não é gerido pela prefeitura, mas por três entidades que arrecadam cerca de R$ 2 milhões por ano, repassando apenas 10% desse total à Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos (STTP).

Durante a solenidade, o vereador Lucas Ribeiro (PP) apontou, por meio de slides, um diagnóstico a respeito da administração da Zona Azul e fez um comparativo entre os valores arrecadados pelas três entidades que geram o sistema e instituições filantrópicas que recebem subvenções do Município.

Lucas mostrou que, enquanto a União Campinense de Equipes Sociais (UCES), a Cooperativa Paraibana de Pessoas com Deficiência (COPPD) e a Rede Nacional de Pessoas Vivendo com o HIV (RPN) arrecadam, reunidas, cerca de R$ 180 mil por mês, treze instituições beneficiadas com subvenções municipais angariam, juntas, somente R$ 54 mil.

Em conjunto, UCES, COPPD e RPN beneficiam diretamente cerca de noventa pessoas, a maioria trabalhando nas ruas, empregadas na Zona Azul. Enquanto isso, a APAE, que vai receber R$ 8 mil por mês de subvenção, atende sozinha aproximadamente quinhentas crianças.

SUGESTÕES

Diante desse quadro, o vereador Lucas Ribeiro sugeriu que o poder público municipal assuma a administração da Zona Azul. Para não prejudicar as pessoas que hoje trabalham no sistema, sugeriu também que todas tenham a garantia de manutenção do emprego, no mesmo serviço, e que os funcionários do sistema continuem sendo pessoas com deficiência, HIV e doenças raras.

Ele defendeu, ainda, que os recursos da Zona Azul sejam destinados ao custeio das subvenções das entidades sociais. “Não se trata de pôr em dúvidas a idoneidade das três instituições que hoje cuidam do sistema, mas, na verdade, garantir uma gestão voltada aos interesses públicos, buscando beneficiar um maior número de entidades que realizam um trabalho de grande importância na cidade”, comentou.

***Conteúdo de responsabilidade da Assessoria




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