Márcio cobra medidas contra o crescimento da violência e da insegurança

Márcio cobra medidas contra o crescimento da violência e da insegurança

O vice-presidente da Câmara Municipal de Campina Grande, vereador Márcio Melo Rodrigues (PSDC), afirmou que “lamento a omissão das autoridades com relação ao crescimento da violência e a insegurança quase que generalizada no Estado da Paraíba, com o aumento no número de arrombamentos aos bancos, a caixas eletrônicos, aos estabelecimentos comerciais, às residências e a sensação de total insegurança da população”.

Ressalta que, a cada vez está mais preocupado com o problema da violência e da insegurança na Paraíba, particularmente em Campina Grande, com o agravamento da crise no setor, e “a falta de ação, de responsabilidade e a inércia do Governo do Estado para com o problema”.

Disse que hoje são corriqueiros assassinatos, estupros, assaltos, bombas em caixas eletrônicas, chacinas, roubos e furtos, agressões físicas, sequestros, atos de bandidagem e tantos outros crimes.

Destaque na violência

A Paraíba consta como o 6º Estado mais violento do Brasil no ranking nacional de homicídios contra adolescentes, conforme estudo da Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) veiculado pelo portal UOL. Conforme os números o Estado só vem atrás de Ceará, Alagoas, Espírito Santo, Bahia e Rio Grande do Norte.

Na Paraíba, conforme a Unicef, o índice de homicídios contra jovens, entre 12 e 18 anos, vai a 6,44 assassinatos por cada grupo de 100 mil paraibanos. Para termo de comparação, São Paulo, o Estado mais populoso do País, vem em 25º no ranking, com “apenas” 1,57 mortes por grupo de 100 mil. O estudo mostra que a Região Nordeste é a mais violenta do País.

Explosões

Márcio acentua que “diariamente tem se agravado e repetido os casos de explosões de caixas eletrônicos, de assaltos e de roubos, mesmo com a atuação da Polícia competente que não dispõe dos equipamentos necessários para trabalhar, coletes em prazo de validade e outros equipamentos, juntamente com o pouco contingente e a falta de concursos públicos. É um absurdo o que está ocorrendo em Campina Grande e nos demais municípios do Estado”.

Rodrigues disse que está “sensibilizado com o clamor popular” pedindo providências “às autoridades constituídas para buscar uma solução que amenize a questão da violência, dos assaltos, arrombamentos, explosões, e toda espécie de crimes que vem preocupando a sociedade paraibana, especialmente, o povo campinense. O que queremos é solução e alertar os governantes para atender ao clamor popular e das entidades como a Câmara Municipal, a Associação Comercial, a CDL, os Sindicatos Rurais, dentre outras”.

***Conteúdo de responsabilidade da Assessoria




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