Márcio se diz preocupado com a violência na Paraíba e as explosões de caixas eletrônicos

Márcio se diz preocupado com a violência na Paraíba e as explosões de caixas eletrônicos

O vice-presidente da Câmara Municipal de Campina Grande, vereador Márcio Melo Rodrigues (PSDC), disse que cada vez mais está preocupado com o problema da violência e da insegurança na Paraíba, particularmente em Campina Grande, com o agravamento da crise na segurança pública, “a falta de ação, de responsabilidade e a inércia do Governo do Estado para com o problema”.

Márcio acentua que “diariamente tem se agravado e repetido os casos de explosões de caixas eletrônicos, de assaltos e de roubos, mesmo com a atuação da Polícia competente que não dispõe dos equipamentos necessários para trabalhar, juntamente com o pouco contingente e a falta de concursos públicos. É um absurdo o que está ocorrendo em Campina Grande e nos demais municípios do Estado”.

Hoje de madrugada

No dia de hoje, quatro caixas eletrônicos foram explodidos durante a madrugada em Campina Grande. Primeiro, na empresa Alpargatas, no Distrito Industrial, quando segundo a Polícia, bandidos armados chegaram ao local e detonaram três caixas eletrônicos, que ficaram destruídos. Na rua Damasco, no bairro da Liberdade, um posto avançado de atendimento, teve um caixa eletrônico explodido.

Márcio Melo Rodrigues disse que está “sensibilizado com o clamor popular” pedindo providências “às autoridades constituídas para buscar uma solução que amenize a questão da violência, dos assaltos, arrombamentos, explosões, e toda espécie de crimes que vem preocupando a sociedade paraibana, especialmente, o povo campinense. O que queremos é solução e alertar os governantes para atender ao clamor popular e das entidades como a Câmara Municipal, a Associação Comercial, a CDL, os Sindicatos Rurais, dentre outras”.

Omissão do Governo

Ele disse que não fala “em nenhum momento contra os militares, porém critica a omissão do Governo do Estado em dar as condições aos policiais para enfrentar os bandidos e não expor a vida destes à ação de marginais, afinal de contas esses profissionais são pais, mães, filhos, irmãos e irmãs que se dedicam e não têm o devido equipamento para exercer as suas funções. Critico porque não estão sendo fornecidos armamentos adequados, coletes, realizando concursos públicos para ampliar o contingente, dentre outras medidas imprescindíveis”.

Acentua que o problema tem “tomado essas proporções em razão da falta de responsabilidade para com a segurança da população, que é dever do Estado, mas esse tem sido omisso, com a violência castigando a Paraíba, especialmente Campina Grande, que não merece um tratamento desse porte, sendo desrespeitada”.

***Conteúdo de responsabilidade da Assessoria




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