Vereadores destacam o trabalho que vem sendo realizado pela PMCG na Avenida Canal e do apoio da STTP

A vereadora Valéria Aragão (PTB), presidiu a sessão desta quarta-feira (15), realizada em formato híbrido, que contou com a presença de 19 parlamentares. A leitura do expediente foi feita pelo secretário Saulo Noronha (SD). Durante a sessão, os vereadores destacaram o trabalho que vem sendo realizado pela Prefeitura e parabenizaram o prefeito Bruno Cunha Lima e seus comandados.

Foto: Josenildo Costa/CMCG

PEQUENO EXPEDIENTE

O vereador Waldeny Santana (DEM) abriu o pequeno expediente fazendo uma prestação de contas das suas reivindicações a quem de direito. Mais uma vez lembrou o abandono do Terminal Rodoviário Argemiro de Figueiredo, que o Estado não está usando aquela ferramenta que pode gerar trabalho e renda.

Ele diz que não vai esquecer as suas pautas e que vai continuar solicitando a utilização daquele espaço, como a instalação de um posto do Detran naquele local.

Mais uma vez denunciou o fechamento do portão de trânsito do terminal, que está prejudicando os mototaxistas. E que a direção disse que o espaço é privado. “O terminal foi terceirizado, mas é público. O vereador é um servidor público e vou continuar trabalhando pela população e pela geração de trabalho e renda”, concluiu.

A vereadora Fabiana Gomes (PSD) iniciou a sua fala registrando o trabalho da STTP e agradecendo ao superintendente Dunga Júnior, que atendeu o seu pedido em menos de 24 horas, designando agentes para organizar o trânsito na Avenida Canal, por conta do trabalho de limpeza do canal que está sendo realizado pela SESUMA – Secretaria de Serviços Urbanos e Meio Ambiente.

O vereador Alexandre Pereira (PSD) registrou o trabalho da SESUMA na limpeza e desobstrução do canal e informou que 40 caçambas de detritos já foram retiradas. Informou que protocolou um requerimento para a criação de uma Agência de Regulação de Concessão Pública, para fiscalizar, cobrar, advertir e punir se necessário for. Parabenizou o secretário Geraldo Nobre e o prefeito Bruno Cunha Lima pelo trabalho que vem desenvolvendo na cidade.

A vereadora Jô Oliveira (PC do B) falou da sua participação no Grupal da UFCG que está trabalhando no projeto de revitalização da Estação Nova, com a participação de 29 estudantes. O projeto será encaminhado à Prefeitura, à Câmara e ao Patrimônio Histórico da cidade. A reunião contou com a participação de representantes da Secretaria de Planejamento, Sindicato dos Ferroviários e da população.

GRANDE EXPEDIENTE

O vereador Olímpio Oliveira (PSL), se acostou às palavras do vereador Alexandre Pereira, no que diz respeito ao trabalho de dragagem dos canais, uma atividade muito importante que está sendo realizada pela SESUMA. Ele também parabenizou o prefeito Bruno Cunha Lima pelo calçamento das ruas José Alves Sobrinho e Eutécia Ribeiro. Destacou ainda a importância do projeto das emendas impositivas.

O vereador Luciano Breno (PP) fez o registro da sessão especial do Dia do Veterinário e informou que a presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária visitou a estrutura do Hospital Veterinário da Faculdade Rebouças e que está à disposição da Prefeitura.

Anunciou ainda a parceria com a Rebouças para o Curso Preparatório para cuidadores e pais de filhos com Autismo. E que na próxima sexta-feira (17), no Hotel Village, será lançada a Campanha Atos, numa parceria do SINE Municipal com a Faculdade Rebouças que vai oferecer 10 mil bolsas para curso preparatórios para o mercado de trabalho e encaminhamento e 1.000 bolsas de cursos preparatórios para o ENEM. Dentre os cursos vão ser oferecidos: Tutor de Animais e Auxiliar Veterinário.

A vereadora Valéria Aragão encerrou a sessão ordinária, convidando os parlamentares para a sessão desta quinta-feira (16), em formato híbrido, a partir das 9h30.

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DIVICOM/CMCG




Câmara realiza Sessão Especial em homenagem aos veterinários

A Câmara Municipal de Campina Grande realizou nesta terça-feira (14), em formato híbrido, uma Sessão Especial em homenagem ao Dia do Médico Veterinário, transcorrido na última quinta-feira, dia 9 de setembro.

O presidente da CASA, Marinaldo Cardoso (Republicanos) abriu os trabalhos chamando os convidados para a formação da mesa: Jeanine Nóbrega Figueiredo – fundadora da Faculdade Rebouças; Valéria Rocha Cavalcante – Presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária da Paraíba; José Matias Porto Filho – Coordenador do Curso de Medicina Veterinária da Faculdade Rebouças; Abraão Ribeiro – Biólogo e aluno de Medicina Veterinária; Helder Camilo – Médico Veterinário e Professor Veterinário da Faculdade Rebouças; Andreína Pinto de Almeida – Representante dos alunos da Faculdade Rebouças.

O autor da propositura da Sessão Especial, vereador Luciano Breno (PP) fez a justificativa, saudando inicialmente a todos os presentes. Em seguida, demonstrou a sua alegria em participar de uma Sessão Especial mais do que merecida, em alusão ao Dia do Médico Veterinário que se comemora no dia 9 de setembro. Informou que Campina Grande está tendo o privilégio de ter o primeiro Hospital Veterinário localizado na Faculdade Rebouças, inaugurada na última quinta-feira (9), com equipamentos de ponta e de última geração. “Muitos exames que seriam levados para outra cidade, irão ficar na cidade, podendo salvar vidas de animais’’ – frisou.

Também informou que esteve reunido com os empresários da Faculdade e com o prefeito Bruno Cunha Lima, quando foi realizada uma parceria público-privada, para atuar no bem-estar da população animal de Campina Grande. Por fim, parabenizou a todos os médicos veterinários e a todos os estudantes, “vale a pena sonhar e insistir, principalmente quando vocês estão em uma instituição que valoriza o estudante e valoriza a causa’’ – registrou.

Foto: Josenildo Costa/CMCG

O vereador Luciano Breno fez o registro da luta dos vereadores Olímpio Oliveira (PSD) e Janduy Ferreira (PSD) pela causa animal no município.

Após a justificativa da propositura, o presidente Marinaldo Cardoso passou a direção dos trabalhos ao vereador Luciano Breno, que convidou a Tribuna a presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária, Valéria Rocha, que saudou a todos presentes, e disse que fica muito feliz enquanto autarquia, estar representando os médicos veterinários da Paraíba nesta sessão especial.

Ela informou que as profissões de médico veterinário, bem como o seu ensino, foram normatizadas pelo ex-presidente Getúlio Vargas, em 9 de setembro de 1933 por meio do Decreto nº 23.133. Em função disso, o dia do veterinário passou a ser reconhecido nesta data, apesar de escolas de medicina veterinária existirem no Brasil desde 1913.

Desde então, a data tem sido celebrada por aqueles que dedicam suas carreiras aos cuidados dos animais. O Brasil é, atualmente, a nação com maior número desses profissionais em todo o mundo: são 154,9 mil, segundo números CFMV (Conselho Federal de Medicina Veterinária).

E que graças a esses profissionais, a forma como a sociedade enxerga os animais foi transformada, considerando que eles fazem parte de um contexto e que merecem o respeito de todos.

Também destacou que cuidando dos animais está se cuidando das pessoas e expôs dados relacionados à movimentação do mercado do segmento Pet no Brasil (movimentando cerca de 4 bilhões só em 2020). “Na pandemia, os animais trouxeram conforto, segurança e companhia, além de muitos animais que são usados como forma terapêutica’’ – destacou.

Além disso, registrou que a procura pela profissionalização nessa área quase dobrou nestes últimos 10 anos e que o médico veterinário já faz parte das estratégias de políticas relacionadas à saúde pública, principalmente no que diz respeito à prevenção de doenças transmissíveis.

Foto: Josenildo Costa/CMCG

Jeanine Nóbrega Figueiredo – Fundadora da Faculdade Rebouças – contou um pouco da sua trajetória enquanto empreendedora, juntamente com o seu esposo Fábio Rebouças, que iniciaram no ramo da educação com a criação da empresa Infogenius, com cursos profissionalizantes de informática, e que na medida em que foram crescendo, resolveram ofertar também cursos superiores, com o nome Faculdade Rebouças, sendo essa a primeira faculdade cristã protestante da Paraíba.

Apresentou o vídeo na sessão, do primeiro Hospital Médico Veterinário de Campina Grande que foi inaugurado e acrescentou que em 2022 será entregue o Hospital Fazenda que realizará cirurgias de grande porte.

O Vereador Saulo Noronha (SD) – Parabenizou a todos os médicos veterinários, agradecendo pelo cuidado e zelo com os animais, assim como aos representantes da Faculdade Rebouças e registrou que enquanto parlamentar só tem a agradecer a todos aqueles que confiam, que acreditam e que se dedicam para a cidade de Campina Grande.

O vereador Luciano Breno (PP) – Deixou registrado que é autor de proposituras como os projetos de lei de nº 283 e de nº 293 no ano de 2018. Que prevê, respectivamente, obrigatoriedade de um número para informação de maus tratos de animais nos locais na forma específica e a liberação de entrada de animais de estimação em hospitais públicos para visitas aos pacientes internados.

O vereador Olímpio Oliveira (PSL) – Subiu à tribuna e informou que quando chegou a CASA no ano de 2005, o código de postura do município ainda se permitia que o animal resgatado pelo centro de controle de zoonoses e que não fosse reclamado pelo seu tutor no prazo de 72 horas, poderia ser “eutanasiado”. Um projeto de seu mandato alterou esse código, o qual atualmente só pode ser realizado o procedimento se a cura clínica do animal não for possível, atestada por dois médicos veterinários.

Também registrou que esteve na Faculdade Rebouças em 2019, e que naquele encontro, elaborou uma lei de nº 7292/2019, mas que infelizmente nenhum chefe do executivo colocou em prática. No entanto, diante disso atesta que a instituição está verdadeiramente preocupada com o fazer melhor pela sociedade.

Em seguida, também citou as Leis 7.072/2018 de sua autoria, que autoriza o prefeito a celebrar convênios com Clínicas Veterinárias para atendimento ambulatorial e castração dos animais e que todos os anos acrescenta emenda orçamentária para esse fim, e a lei de nº 7.819/2020, que trata do incentivo fiscal para veterinários que apoiam os protetores animais.

Por fim, fez uma homenagem ao Dr. Edroaldo Cavalcante e parabenizou pela propositura do vereador Luciano Breno.

José Matias Porto Filho – Coordenador do Curso de Medicina Veterinária da Faculdade Rebouças – informou que o Curso de Medicina Veterinária foi implantado em 2019, e que atualmente são seis turmas, com toda estrutura para o curso. Que na última quinta-feira (9), no dia que se comemora o dia do veterinário, os profissionais da universidade e a cidade de Campina Grande ganharam um instrumento muito importante para a causa animal, com o Hospital Universitário da Faculdade Rebouças, com sala de ultrassom, laboratório de análises clínicas, centro cirúrgico de ponta, internamento com cromoterapia, etc.

Agradeceu também a parceria com o Centro de Controle de Zoonoses, e a propositura do vereador Pr. Luciano Breno, assim como ao vereador Olímpio Oliveira que já propôs uma sessão em alusão ao bem-estar animal.

A vereadora Eva Gouveia (PSD) – Ressaltou que o anseio enquanto campinense é realmente ter um hospital veterinário na cidade e que a mesma é autora de projetos como o “Disk Denúncia’’ e o “Espaço de Convivência Pet’’ que prevê a disponibilidade de bebedouros e comedouros para animais de rua.

Abraão Ribeiro – Biólogo e aluno de Medicina Veterinária – Registrou que 1/3 dos alunos já são graduados, mas mesmo assim escolhem a formação em Medicina Veterinária. Destacou também as dificuldades enfrentadas durante a pandemia para acompanhar as aulas, e fez uma fala no sentido de inspirar os colegas a enfrentarem esse momento, dizendo que, “se colocar para o mundo da melhor forma possível, que não é a forma da perfeição, mas é a forma de sobreviver sobre todas as circunstâncias, aprendendo com erros e mais erros’’ – finalizou.

O vereador Rubens Nascimento (DEM) – Registrou que os estudantes de medicina veterinária são grandes cuidadores de animais. Citou também uma experiência pessoal, onde ele e sua família construíram uma casinha na frente da sua casa para um animal de rua, não o adotando por receio do comportamento desconhecido do animal, sobretudo com as crianças, e que posteriormente a sua vizinhança também acolheu o animal, proporcionando carinho, cuidados e alimentação e que com esses gestos é possível atestar a felicidade, as dores, a alegria, que o animal demonstra sentir ao ser acolhido.

Andreína Pinto de Almeida – Representante dos alunos da Faculdade Rebouças – Fez uma leitura de uma mensagem especial para Jeanine Nóbrega de Figueiredo e Fábio Rebouças, Fundadores da Faculdade ressaltando a trajetória enquanto empreendedores e empresários, destacando que está maravilhada com a concretização do projeto que é de todos.

Helder Camilo – Médico Veterinário e Professor Veterinário da Faculdade Rebouças – Fez uma apresentação expondo a importância dos pets para a prevenção do suicídio, ressaltando que são constatados dados alarmantes em relação ao suicídio no Brasil e como enfrentamento, ele trouxe informações de como os animais podem atuar na prevenção da depressão e do suicídio, promovendo alegria e bem-estar a pessoas que são acometidas pela depressão.

Ao final da sessão, foi exibido um Vídeo do Vice-Prefeito Lucas Ribeiro que cumprimentou todas as autoridades presentes, assim como a todos os demais profissionais, parabenizando pelo Dia do Médico Veterinário, que se comemora nesta presente sessão, assim como se levanta pautas importantes desses profissionais. Registrou que a gestão municipal e a Prefeitura Municipal de Campina Grande estão ao lado dessa importante categoria.

O vereador Luciano Breno encerrou a sessão parabenizando os veterinários, os professores e estudantes e agradeceu a presença de todos.

DIVICOM/CMCG




Projeto da vereadora Jô Oliveira pretender instituir o Programa Bicicletar no município de Campina Grande

Um projeto de lei apresentado à Câmara Municipal de Campina Grande pela vereadora Jô Oliveira (PCdoB), pretende instituir o Programa Bicicletar no município. A proposta consiste na implantação de um sistema de empréstimo temporário de bicicletas públicas instalado em bairros da cidade, de forma a promover a integração entre as pessoas e facilitar a mobilidade urbana em horários de pico.

Para uso das bicicletas, a população necessitará fazer um cadastro prévio junto ao sistema, que posteriormente, para que seja disponibilizado o uso da bicicleta, será de autoatendimento, com pontos instalados em bairros do município.

O projeto caminha na direção de construir uma cidade mais sustentável e com melhor mobilidade urbana, além de contribuir no combate ao sedentarismo e na redução do tempo de percurso da população que utiliza o transporte público.

A proposta ainda prevê que haja, por parte do poder público municipal, o estudo e planejamento para a implantação de novas ciclovias ou ciclofaixas no município e a promoção de ações educativas voltadas ao comportamento seguro e responsável quanto ao uso da bicicleta, sobretudo no espaço urbano.

Segundo a vereadora Jô Oliveira, autora da proposta, o Programa Bicicletar é uma alternativa de mobilidade urbana para a cidade de Campina Grande.

“Em diversos trechos de nossa cidade, a depender do horário, vemos a problemática da mobilidade urbana, e com o aumento populacional e também o aumento de carros em circulação esses problemas só tendem a aumentar, sem falar na ação poluente que envolve isso tudo. Estimular o uso da bicicleta é uma alternativa viável e sustentável para o nosso município, semelhante ao que já acontece em outras cidades, as pessoas podem pegar uma bicicleta em um dos pontos do sistema e devolver em outro, para que outras pessoas possam usar, tudo de forma rápida e sem burocracia, melhorando além da mobilidade urbana, a saúde e qualidade de vida da nossa população. E para os custos dessa implantação o poder público poderá também firmar parcerias com a iniciativa privada, como acontece em outros locais”, destacou.

O projeto de lei que institui o Programa Bicicletar aguarda parecer da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Municipal de Campina Grande para que possa entrar na pauta de votação.

***Conteúdo de responsabilidade da Assessoria




Projeto de Rubens cria o programa “Parceiro da Assistência Social” em Campina Grande

Foi apresentado na Câmara Municipal de Campina Grande, pelo vereador Rubens Nascimento (Democratas), um projeto de lei que cria o programa “Parceiro da Assistência Social”, no âmbito do município, com a finalidade de estimular as pessoas jurídicas a contribuírem para a melhoria da qualidade estrutural e do atendimento realizado pela política pública de assistência social.

Segundo o projeto, a participação poderá ser das seguintes formas, dentre outras: I) Doação de itens diversos; II – Doação de gêneros diversos; III – Realização de obras de manutenção na rede de assistência social; IV – Reforma e/ou ampliação de áreas nos equipamentos da rede de assistência social; V – Realização de ações de política pública de assistência social; VI – Disponibilização de recursos humanos.

Ainda de acordo com a proposta, as empresas interessadas em participar do programa deverão firmar termo de parceria com o poder executivo, através da Secretaria Municipal de Assistência Social, e poderão divulgar, com fins profissionais e publicitários, as ações praticadas em benefício da política pública de assistência social.

“O objetivo é viabilizar parcerias externas e sem custos para a municipalidade, que possam garantir a melhoria estrutural dos equipamentos públicos que compõem a rede de assistência social do município de Campina Grande”, explicou o vereador Rubens Nascimento.

“Com isso, é possível favorecer, diretamente, o usuário que é atendido pelos serviços/programas oferecidos pela PMCG/SEMAS, bem como reconhecendo e valorizando a iniciativa, presteza e apoio das pessoas jurídicas envolvidas e comprometidas com essa política pública”, completou.

***Conteúdo de responsabilidade da Assessoria




Carol Gomes entrega moção de aplausos ao SuperAR – Centro de Reabilitação Pós-Covid

Na manhã desta segunda-feira (13), a vereadora Carol Gomes (PROS) entregou ao SuperAR – Centro de Reabilitação Pós-Covid a moção de aplausos de sua autoria por todo êxito e necessário trabalho desenvolvido nesse período pandêmico.

“O SuperAR é um importante feito da gestão do prefeito Bruno Cunha Lima. É um grande marco na saúde dos campinenses que estão enfrentando a pandemia. O primeiro Centro de Reabilitação Pós-covid do Norte e Nordeste já recuperou mais de 400 pessoas que sofreram com as sequelas da doença”, falou Carol Gomes.

Os pacientes do Centro de Reabilitação Pós-Covid SuperAR têm acesso à fisioterapia neurológica, respiratória, motora, acompanhamento com psicólogo, atendimento com neurologista e atividades como acupuntura, ventosa, osteopatia e terapia ocupacional.

Na ocasião estiveram presentes Jeime Leal, diretora de Atenção à Saúde, Lívia Sales, coordenadora de Saúde Mental, Luciano Medeiros, coordenador municipal de fisioterapia, Graça Duarte, diretora administrativa do CERAST – Centro de Referência em Reabilitação e Assistência em Saúde do Trabalhador e Poliana Siqueira,  coordenadora do SuperAr.

O SuperAR, criado neste ano pela Secretaria de Saúde de Campina Grande, funciona no CERAST e atende atualmente 224 pacientes. Para ter acesso aos serviços é necessário fazer contato por meio dos números (83) 3315-5100 ou 98808-7594.

***Conteúdo de responsabilidade da Assessoria




CMCG aprova mudanças na reestruturação do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável

A 83ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Campina Grande, realizada nesta terça-feira (14), em formato híbrido, foi presidida pelo vereador Marinaldo Cardoso (Republicanos) e contou com a participação dos 23 vereadores, que debateram sobre a saúde e aprovaram dois Projetos de Lei, um do Poder Executivo e o segundo de autoria do vereador Alexandre Pereira (PSD). A sessão foi secretariada pelo primeiro Secretário, vereador Saulo Noronha (SD).

Foto: Josenildo Costa/CMCG

PEQUENO EXPEDIENTE

O vereador Waldeny Santana (DEM) abriu o pequeno expediente com uma prestação de contas das suas atividades parlamentares e fazendo sugestões para os problemas detectados em suas visitas semanais, como o sinal de internet grátis para as feiras da cidade.

Também pede ao Governo do Estado que atenda aos moradores do Condomínio Cidade Madura, no benefício do Programa Prato na Mesa. O vereador solicita aos gestores a volta do público aos estádios de futebol, que é urgente e necessário para alavancar a renda de dezenas de vendedores ambulantes e pede ainda apoio aos clubes de futebol. Finaliza afirmando “não estou aqui por estar, meu propósito é fazer a diferença”.

O vereador Rubens Nascimento (DEM) falou do seu Projeto de Lei, já como matéria legislativa, que cria o Certificado de Captação de Recursos Financeiros para o Fundo Municipal da Criança e do Adolescente, regulamentando a doação direta para entidades, programas e/ou serviços, feitas por pessoas físicas e/ou jurídicas.

O vereador Janduy Ferreira (PSD) destacou em sua fala a questão de imunização e que está preocupado com os dados da Saúde, que informam que mais de meio milhão de pessoas deixaram de tomar a segunda dose da vacina.

Ele defende um trabalho de conscientização no sentido de que estas pessoas tomem a segunda dose, para reduzir os riscos de morte em caso de contrair o coronavírus.

O vereador Olímpio Oliveira (PSL), agradeceu a presença de dona Diva – Coordenadora do CVV – Centro de Valorização da Vida, na sessão da Câmara. Falou do Setembro Amarelo e lamentou o fato que aconteceu no final de semana, quando um adolescente tirou sua própria vida. “Nossa sociedade está doente, estamos vivendo a era da tarja preta e solicitamos o resgate da subvenção social ao CVV que foi retirada em 2016, no valor de R$ 1.500,00. Durante 24 horas voluntários do CVV estão à disposição da população para ouvi-la”.

A vereadora Fabiana Gomes (PSD) – Fez um pedido à STTP para que os agentes de trânsito acompanhem os trabalhos que estão sendo desenvolvidos na Av. Canal, no sentido de facilitar a movimentação de pedestres e orientar os condutores de veículos.

Os vereadores Saulo Noronha (SD), Sargento Neto (PSD) e Jô Oliveira (PC do B), inscritos no Grande Expediente, declinaram de suas falas por conta da Sessão Especial do Dia do Veterinário.

MINUTO DE SILÊNCIO

A vereadora Ivonete Ludgério (PSD) solicitou um minuto de silêncio em memória póstuma das senhoras, Neusa Bezerra e Maria Santana Barbosa.

Foto: Josenildo Costa/CMCG

REQUERIMENTOS DE URGÊNCIA

Leitura de requerimentos de Urgência Especial que requer da Mesa Diretora que considere Urgência Especial a tramitação do Projeto de Lei Complementar nº 15/2021, origem nº 010/2021, de autoria do Poder Executivo. Que a matéria seja incluída na Ordem do Dia da presente sessão.

O PLC Dispõe sobre a reestruturação do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável – CDBS de Campina Grande-Pb, a criação de fundo com dotações para este fim e, Revoga os dispositivos legais contraditórios anteriores.

Do vereador Alexandre Pereira (PSD), o Projeto de Lei nº 465 que concede o Título de Cidadã Campinense, à servidora da STTP, Maria de Fátima Correia.

Os requerimentos foram aprovados por unanimidade. E os projetos de Lei foram aprovados em primeira e segunda votação por unanimidade.

O presidente Marinaldo Cardoso encerrou a sessão convidando os vereadores para a sessão desta quarta-feira (15), a ser realizada em formato híbrido, a partir das 9h30.

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Presidente da CMCG participa da abertura da Conferência Municipal da Lei Orçamentária Anual (LOA)

Realizada no final de semana nas dependências da Câmara Municipal de Campina Grande, a Conferência Municipal da Lei Orçamentária Anual (LOA) foi aberta pelo prefeito Bruno Cunha Lima na sexta-feira (10) e contou com a presença do presidente da CMCG, vereador Marinaldo Cardoso (Republicanos), ex-conselheiro e ex-delegado do Orçamento Participativo.

Em sua fala, o presidente da Câmara, Marinaldo Cardoso saudou a todos presentes e destacou o sentimento de concretização em relação aos anos que já trabalhou em prol do Orçamento Participativo e da audiência ocorrida no dia de hoje. Dedicou também a sua fala a Seu João Cavalcante que se encontra com problemas de saúde e em memória de Seu Genival, pontuando a importância de ambos nessa discussão.

Marinaldo fez uma explanação a respeito do surgimento do orçamento participativo. “Em 1997, o então prefeito Cássio Cunha Lima decretou através da lei 2621/97, que os orçamentos do município teriam que haver a participação da população para discussão prévia e elaboração das peças orçamentárias, para em seguida serem destinadas ao Poder Legislativo, após passar por uma ampla discussão como estava sendo feito no momento presente”.

O presidente Marinaldo relembrou os embates e as disputas nas eleições dos delegados, ressaltando que hoje estão convictos que aquele momento foi salutar para o município, para hoje estar debatendo cada vez mais conscientes, com o objetivo de pensar no bem para o município, mesmo com as diferenças de pensamentos de cada um.

Marinaldo destacou o diálogo com o Prefeito Bruno Cunha Lima, em relação às audiências relacionadas ao orçamento participativo, e de como este instrumento pode ser benéfico para a gestão municipal. Registrou ainda que, apesar das dificuldades na realização devido ao momento de pandemia e da necessidade de seguir todos os protocolos sanitários, a audiência está sendo realizada com este objetivo.

Parabenizou também Crizane Xavier (coordenadora do Orçamento Participativo), a todos os delegados e conselheiros e a todos os secretários que estão iniciando no seu primeiro ano de mandato, assim como os demais que já são experientes.

Ele informou que, em seu primeiro ano de mandato como vereador fez um pedido aos seus colegas parlamentares, em relação a construção do orçamento participativo, ressaltando que se os vereadores acrescentaram muitas emendas, estariam assim destituindo e desqualificando as propostas que vem da população, dos delegados e dos conselheiros, mesmo que essa seja uma prerrogativa dos parlamentares. “Vamos sempre respeitar a decisão, trabalhar em harmonia e conjunto, para que possamos preservar o que seja discutido nas conferências do orçamento participativo. Nós estamos em comunhão com a sociedade’’ – destacou.

***Conteúdo de responsabilidade da Assessoria




CMCG promove audiência para debater regulação de vagas no Sistema Público de Saúde do município

A 12ª Audiência Pública da Câmara Municipal de Campina Grande abordando o tema Regulamentação de vagas no Sistema Público de Saúde foi aberta pelo presidente Marinaldo Cardoso (Republicanos), com a formação da mesa.

Participaram da audiência: Dr. Geraldo Antônio Medeiros – Secretário Estadual de Saúde; Felipe Reul – Secretário Municipal de Saúde; Dr. Gilney Porto – Secretário Executivo de Saúde; Dra. Adriana Amorim – Promotora do Ministério Público na pauta da Saúde; Derlópidas Neves – Hospital da FAP; Dr. Mário de Oliveira Filho – Diretor do Hospital Alcides Carneiro; Felipe Gadelha – Hospital João XXIII; Dr. Jhony Bezerra – Diretor Geral do Hospital de Clínicas; Drª. Joaquina Amorim, do Conselho Municipal de Saúde, os diretores das UPAs do Dinamérica e do Alto Branco.

A vereadora Jô Oliveira (PC do B) justificou a sua propositura, informando que ela é o resultado de recorrentes debates nas sessões da Câmara Municipal, quando citados e pontuados as problemáticas do município referente à saúde. Diante desse contexto, ela também falou das visitas dos parlamentares a algumas unidades hospitalares e dos encontros e diálogos com os secretários estaduais e municipais, “e por isso, compreendendo a importância de unir todos e realizar esse debate”.

Registrou que essa é uma pauta coletiva, destacando a atuação da Comissão de Saúde da CMCG e de todos os vereadores e vereadoras que também estiveram pautando essa propositura.

O secretário de Saúde do Estado, Dr. Geraldo Antônio Medeiros – antes de iniciar o tema das regulações, citou a pauta dos transplantes e doação de órgãos e tecidos, relembrando a queda dos transplantes renais em Campina Grande, a qual está praticamente há três anos sem realizar nenhum transplante. Ressaltou a realização da doação e transplantes de órgãos no âmbito estadual, informando que o Estado abriu o chamamento público para que os hospitais façam essa atuação.

Em relação às regulações, informou que atualmente existe hoje a Central Estadual e Municipal de Regulação, onde a estadual possui sede presencial com atendentes 24h, para fazer a regulação dos hospitais, e a municipal é de responsabilidade do município. Antes das Centrais, o paciente ficava em busca de algum leito por todo o Estado.

Informou ainda que, o Hospital Universitário Alcides Carneiro, possui um núcleo de regulação interna funcionando apenas durante o dia, o que considera não ser o ideal. Também falou sobre o hospital que é habilitado em cardiologia, mas se necessitar de um cateterismo de urgência não tem como fazer esse procedimento no município. Também citou diversos procedimentos, de várias referências hospitalares e de diversas patologias, que não tem como realizar no município. Por fim, citou que atualmente, o Hospital de Trauma é o único hospital ‘porta aberta’ que recebe todas as pessoas que precisarem de atendimento.

Foto: Josenildo Costa/CMCG

Felipe Reul – Secretário de Saúde do Município – Ressaltou a alta demanda, os vazios assistenciais citados pelo secretário Dr. Geraldo e o sub-financiamento do Sistema Único de Saúde em nível federal, como pontos que tem causado inúmeras falhas na saúde. Registrou que Campina Grande atende, independente da especialidade, para mais de 180 municípios paraibanos.

Citou também a implantação do Complexo Regulador Municipal, para estabelecer um fluxo correto para que o usuário tenha o atendimento garantido nas unidades hospitalares do município, por meio do SISREG (sistema regulador), que faz o acompanhamento das regulações no município. “Nesta manhã, estamos aqui para buscar soluções juntos e garantir o atendimento ao usuário” – frisou.

O Dr. Gilney Porto – Secretário Executivo de Saúde – Informou que a central de regulação foi instalada em Campina Grande em 2018 e que antes havia uma peregrinação, o atendimento evoluiu bastante com esta central. No entanto, ressaltou que precisa evoluir ainda mais, pois existe uma complexidade de protocolos para encaminhar o paciente para o hospital adequado. “Muitas vezes os hospitais, deixam os pacientes nas UPA’s, e as UPA’s é que ficam responsáveis por essa regulação” – destacou.

Ressaltou que não é só a Central de Regulação Municipal que será capaz de resolver esse problema, mas que deve ser feita uma pactuação com o Estado, com uma central estadual interligada com a municipal para todas as patologias.

A Dra. Adriana Amorim – Promotora do Ministério Público, na pauta da Saúde -Destacou a importância da regulação de vagas, e da existência da Central de Regulação, e que dois dos pontos que precisam ser discutidos é a valorização da central de regulação e o fortalecimento da rede assistencial, as quais por meio dos contratos com as unidades hospitalares das diversas especialidades, os pacientes sejam direcionados para a unidade que melhor poderá atendê-lo.

Derlópidas Neves – Diretor Geral da Fundação Assistencial da Paraíba – FAP – Informou que desde 2020 foi instituído o núcleo de regulação do Hospital da FAP, e são feitas através da Central de Regulação do Município. Tem hoje quatro enfermeiros que fazem parte da coordenação deste núcleo, durante 24h. Informou sobre as contratações de profissionais para melhor atendimento da população e do trabalho humanizado que os profissionais realizam.

Ressaltou também que no Hospital da FAP não se faz investigação do câncer, mas sim a parte exclusiva do tratamento do paciente oncológico, além disso, informou também que houve aumento de 33% de pacientes com câncer em busca de tratamento. “Precisamos ter realmente uma composição, para que possamos ajudar” – afirmou.

O Dr. Mário de Oliveira Filho – Diretor do Hospital Alcides Carneiro – Informou que quando se trata desse tema, existem várias dimensões, mas em relação a regulação de acesso, um dos problemas está exatamente na regulação da rede de atenção à saúde, na temática que tem urgência e emergência. Destacou que as centrais não serão suficientes, se não existir uma rede de urgência e emergência que sejam suficientes na sua capacidade para atender a população.

Sob essa perspectiva, frisou que o Hospital Universitário Alcides Carneiro não pertence à rede de urgência e emergência e que “o papel na rede está voltado aos procedimentos no ponto de vista eletivos e a maior participação, está na atenção ambulatorial de média e alta complexidade” – informou. Sob essa perspectiva, o hospital tem realizado um trabalho conjunto com a Secretaria Municipal, o qual identifica uma série de aspectos que precisa ter ações pontuais e efetivas para solução, e que já foram realizadas oito discussões para corrigi-las.

Como sugestão, entende que é indispensável que a Central de Regulação Estadual seja a grande comandante e que a Secretaria de Saúde do Município poderia ser feita em um sistema de cogestão, apoiado pela ação estadual.

Felipe Gadelha – Hospital João XXIII – Citou que o Hospital João XXIII foi a primeira entidade para enfrentamento de covid-19, o qual passou a fazer parte do plano emergencial, com produção de UTI para covid, chegando a ter 44 pacientes internados dentro do João XXIII com a doença. Informou também que atualmente se atende 10 pacientes de clínica médica e quatro pacientes vasculares, que não é da especialidade do hospital, mas que foram atendidos em decorrência da exclusividade de pacientes com covid-19 no hospital D. Pedro I. “Isto também compromete o atendimento do hospital’’ – destacou.

Pontuou também o aumento nos medicamentos, que tem inviabilizado os serviços nos hospitais e destacou que ‘precisa ter uma unidade das regulações, mas não se pode abandonar as instituições’.  Por fim, fez um apelo ao governo do estado que participe na questão do custeio.

O Dr. Sebastião Viana – Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande – Iniciou a sua fala pontuando como proposta o modelo que é aplicado em João Pessoa, onde existe o Hospital de Trauma e o Hospital Trauminha, sendo o Trauma responsável pelo atendimento aos grandes traumas, além de ser hospital de urgência e emergência também e no Trauminha são realizados os pequenos traumas.

Ressaltou que os acidentes de trânsito configuram uma pandemia perene, e que só neste feriado foram 855 pacientes, mais de 200 atendimentos/dias, sendo esse o fluxo do Hospital de Trauma de Campina Grande. Atualmente, tem 312 pacientes internados no Hospital, mas não se pode dizer que está lotado, pois se for referência o hospital, tem que fazer o atendimento. Por fim, no que diz respeito à regulação dos pacientes, pontuou que precisa de uma melhor repactuação.

O Dr. Jhony Bezerra – Diretor Geral do Hospital de Clínicas – informou que o Hospital de Clínicas é referência no atendimento de pacientes com covid-19, e agora com a redução de internações, o hospital começa a se preparar para atender outras patologias. “Já são mais de 2.000 altas e o hospital se prepara para receber pacientes clínicos, preparando-se também a parte cirúrgica, para realização de cirurgias eletivas por meio do programa Opera Paraíba”. Pontuou que a parte clínica vem para dar uma retaguarda ao Hospital de Trauma, uma vez que muitos pacientes são destinados ao local, com patologias alheias ao perfil que não é trauma.

Também ressaltou que os diretores das UPA’s têm conhecimento do tempo que esperam para regulação a um hospital de Campina Grande e que muitas vezes é preciso regular para João Pessoa. “É importante que as referências de cada hospital deem a sua resposta, é inadmissível estar transferindo RN para João Pessoa” – destacou.

Citou que é preciso discutir pactuação, mas que precisa discutir o que se pode ser feito no hoje, que as centrais de regulação são importantes, mas que as referências hospitalares precisam estar prontas para receber o paciente.

Por fim, informou que o novo Hospital de Clínicas já foi anunciado pelo governador do estado, João Azevedo, com a capacidade de 300 leitos e que esse tem sido um dos caminhos em busca de melhorar a saúde do povo paraibano.

Foto: Josenildo Costa/CMCG

CONTRIBUIÇÃO DOS VEREADORES E VEREADORAS

O vereador Olímpio Oliveira (PSL) – Fez um agradecimento a todos, em especial aos secretários, e toda equipe comandada por ambos. Pontuo que a necessidade de todas essas problemáticas discutidas em relação à saúde pública, é de uma resposta diferente, “quem, como e quando irá fazer” – frisou.

Questionou que “reconhecer os vazios é um bom passo, mas que é preciso pensar quando fechará os vazios”. Também perguntou quando o Hospital da Criança será entregue e quando o município voltará a ter um hospital de portas abertas.

O vereador Anderson Almeida (PODE) – Iniciou a sua fala informando que o Governo do Estado contribuiu com cinco milhões para o Hospital da FAP e parabenizou os secretários municipais pela presteza do trabalho realizado.

Ressaltou também que os vereadores recebem reclames todos os dias em relação à saúde e que as maiores reclamações que chegam na CASA são relativas ao Hospital Alcides Carneiros, que não recebe regulação de nenhum local, e de acordo com o diretor, só estavam com 12 leitos disponíveis para receber pacientes que necessitavam de angioplastia. O segundo é o Hospital João XXIII, que, em tese, também não recebe pacientes, sendo que atualmente a doença que mais mata são as doenças cardíacas.

Citou os valores que os hospitais recebem para realizar os seus serviços, com dados advindos do SAGRES, e concorda que tem que repactuar as contas.

A vereadora Valéria Aragão (PDT) – Deixou na sua fala uma pergunta: O que está sendo feito para a população na resolução desse problema? Também informou que se sabe que o Hospital de Trauma é o hospital porta aberta no município, onde as UPA’S realizam as regulações muitas vezes para esse hospital. Pontuou, “ o Hospital Universitário nos preocupa demais, com apenas 12 leitos, 6 enfermarias masculinas e femininas, sendo esse um hospital de referência para pacientes com angioplastia e pré-diabéticos”.

Foto: Josenildo Costa/CMCG

RESPOSTAS DOS CONVIDADOS

Felipe Gadelha – Hospital João XXIII – Informou que a pactuação acontece junto a PPI, e faz parte dos recursos transferidos pelo município, portanto, os valores citados não estão de acordo. Informou também que o Hospital só pode receber os pacientes que estão aptos a tratá-lo, e que na ausência de medicação na rede, mantém a medicação para quem está internado. Também informou que o valor que está para receber da secretaria, são quase seis milhões de reais, de atraso.

“Não tem contrato com o município, estamos prestando um serviço acreditando que haverá contrato. Quanto à regulação, precisa solucionar os pontos principais, de acordo com a prioridade dos pacientes” – afirmou.

O Dr. Max – Hospital da FAP – Falou que o tempo é curto para problemas grandes e históricos. Mas em relação à regulação, acredita que melhorou bastante a saúde do município em vista de como era. Citou que o Hospital da FAP, é praticamente o único hospital referência na sua especialidade atuando na região de Campina Grande e dos demais municípios, não atendendo urgência e emergência. Por fim, informou que participou de algumas reuniões com os secretários e que está à disposição.

O Dr. Geraldo Medeiros – Secretário Estadual de Saúde – Disse que se precisa ter a convicção de que não haverá aumento da tabela SUS e que os hospitais particulares não irão atender com essa tabela, por isso, o governo do estado está realizando a construção do novo Hospital. Além disso, citou que a Opera Paraíba já operou cerca de sete mil paraibanos e paraibanas, onde nesse mês de agosto foram mais de 800 pessoas operadas. Por fim, registrou que há a necessidade urgente da abertura do hospital Pedro I como uma unidade de portas abertas, uma vez que o hospital de traumas está sobrecarregado.

Felipe Reul – Secretário de Saúde do Município – Em relação à repactuação, ela precisa ser feita pelo governo do estado e já se iniciou essa discussão. Em relação ao Pedro I, o bloco cirúrgico e da UTI, está passando por uma reforma, para que o hospital possa retornar a ser de ‘portas abertas’. Por fim, informou que fez um contrato emergencial com todos os hospitais de Campina Grande que prestam serviços para o SUS e que até essa sexta-feira esses contratos estão sendo assinados.

Conselho Municipal de Saúde – Dra. Joaquina Amorim (Presidente) – Para a questão da regulação, a assistência básica e a média complexidade precisam ser ampliadas. Também citou a respeito da regulação ser apenas durante o dia, não sendo essa a condição adequada. Questionou também quais são as especialidades e procedimentos de cada hospital responsável e pontuou que esse tema deve ser debatido na 9ª Conferência da Saúde.

O Diretor da UPA Dinamérica – Sherdisson Charlie, citou os entraves burocráticos em relação às regulações, advindas dos hospitais. Informou que está realizando uma reforma na unidade, para ser pleiteado junto a Secretária de Saúde, o ‘porte 3’ para que a unidade receba mais recursos.

Ressaltou que a proposta de repactuação será decisiva, além do fortalecimento das UPAS, uma vez que a situação da UPA não é fácil. E por fim, informou que já foram 19 mil pacientes de junho (2020) até aqui atendidos e que muitas vezes, devido à demora na regulação, a UPA acaba sendo um local de tratamento da patologia do paciente.

Diretor da UPA Alto Branco – Dr. Luciano Túlio Teixeira Serafim – Fez colocações a respeito do tempo de atendimento na UPA, onde muitas vezes o paciente fica mais tempo do que o esperado. Destacou que a secretaria apoiou, deu suporte e que hoje se tem grande recurso no serviço, com ultrassom, raio x digital, laboratório para todo e qualquer exame, realização de testes, sendo superior a muitos hospitais circunvizinhos.

Informou também que são leitos rotativos e que é uma unidade reguladora, e que para melhor efetividade, precisa-se também do Hospital da CLIPSI, do Antônio Targino, do Hospital Universitário, e de todos os hospitais para realização da regulação em tempo adequado.

Foto: Josenildo Costa/CMCG

PARLAMENTARES

O Vereador Alexandre do Sindicato – PSD – Quando a gestão adquiriu o Hospital Pedro I, modernizou e ampliou o local. Mas tratou do tema relacionado ao Hospital Universitário, onde todos os dias encontram-se pessoas que necessitam de regulação, porém o hospital não realiza. Informou que recebeu fotos do Hospital Universitário com enfermarias vazias e a informação era que não havia leito disponível, deixando o paciente há cerca de 15 dias internado na UPA.

Por fim, pontuou que o governo do estado está fazendo o seu trabalho, que a secretaria municipal também está fazendo o seu trabalho, mas os hospitais precisam receber os pacientes.

O vereador Luciano Breno (PP) – Destacou que “esse deve ser um trabalho conjunto, com o único propósito que é salvar vidas e atender a população do estado. Parabenizou a todos os médicos, secretários, aos diretores das UPAs, que tem feito todos os esforços principalmente no momento que tem se atravessado”.

Citou como encaminhamentos urgentes: preencher os vazios, repactuação, central de regulação; com um trabalho em conjunto.

O vereador Rubens Nascimento (DEM) – Disse que no que se refere à parte cardíaca e de oncologia, acredita que talvez não se saia com a solução, mas saia com o caminho para buscar aberturas resolutivas. Destacou que o secretário do município trouxe esse viés, e quem sabe o governo do estado pode assumir o comando em relação à repactuação.

Por fim, citou a última preocupação em relação à oncologia e a greve do segmento, vendo isso como uma pressão psicológica na população, que não merece passar por essa aflição. Além disso, é preciso conhecer como se dá a gestão de frentes amplas de recebimento de recursos.

O vereador Saulo Noronha (SD), agradeceu a todos que fazem a saúde de Campina Grande e do Estado e aproveitou a sua fala, para perguntar, em termos de números, quanto tem sido destinado para Campina Grande no âmbito da saúde. Registrou que em termos de infraestrutura, o investimento em João Pessoa é quatro vezes maior do que em Campina Grande, mesmo a população não sendo quatro vezes maior e que gostaria de saber como tem sido feito no setor da saúde.

A vereadora Carol Gomes (PROS) – Destacou que “a saúde se faz com as três esferas federativas, e que a CASA recebe algumas demandas, sendo esse o momento exatamente esclarecedor não só para os vereadores, mas para a população”.

Pontuou que se falar em regulação se faz necessário, porque a saúde foi se tornando uma bola de neve, uma vez que Campina Grande abarca diversos municípios. Por fim, destacou o fortalecimento da rede assistencial, do diálogo entre todos, e que a política seja algo para fortalecer a saúde.

A vereadora Dona Fátima (PODE) – Falou da sua tristeza por conta de o Hospital Universitário estar de portas fechadas e agradeceu aos secretários municipais Felipe Reul e Dr, Gilney e ao secretário Geraldo Medeiros, do Estado.

Foto: Josenildo Costa/CMCG

Jô Oliveira (PCdoB) – Citou os encaminhamentos já discutidos, os quais antes de qualquer debate, não há possibilidade de se fazer debate sem pensar em orçamento; citou a regulação: debate junto a comissão, que não se limita somente a regulação, mas que é preciso dialogar com os outros agentes que envolvem a regulação (como também os outros municípios), por isso a repactuação é fundamental; Fortalecimento da rede socioassistencial; Valorização do que se tem hoje, como parte da estratégia e construção das conferências.

O Dr. Gilney – Secretário Executivo de Saúde – Falou que a necessidade de uma Central Estadual é para evitar que os pacientes deságuem nas UPA’s, indo diretamente para uma unidade hospitalar. Ressaltou que muitas vezes a UPA, não é pactuado com Campina Grande de acordo com aquela necessidade do paciente, por isso a necessidade de se fazer a repactuação. Destacou também sobre a necessidade de a central estadual de leitos dialogar com o município de Campina Grande e de João Pessoa e que enxerga a necessidade do Hospital Universitário abrir as portas, pois não é condizente o paciente se complicar e não poder ser destinado para o Hospital.

O secretário Geraldo Medeiros encerrou a sua participação na Audiência Pública informando que até novembro o Estado vai ter uma Hemodinâmica com plantão de 24 horas; dos 70 milhões que serão investidos na construção de um Hospital de Clínicas em Campina Grande; do cinco milhões para o Hospital da FAP e da reforma do Hospital de Traumas.

Derlópidas Neves parabenizou a vereadora Jô Oliveira pela Audiência e que está à disposição para receber o vereador Rubens Nascimento. Parabenizou ainda os secretários de saúde do Estado e do Município e que o debate foi um passo importante para se encontrar soluções.

A promotora da Saúde, Dra.  Adriana Amorim destacou a importância do debate, disse ainda que ouvir a todos foi um marco para Campina Grande, que a rede hospitalar deve ser fortalecida e fiscalizada e agradeceu a oportunidade de participar de um debate tão rico.

A vereadora Jô Oliveira encerrou a audiência agradecendo a participação dos gestores da saúde no município e do Estado.

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Vereadores encurta sessão ordinária e discute saúde em Audiência Pública

O vereador Marinaldo Cardoso (Republicanos), presidiu a sessão híbrida desta quinta-feira (9), tendo como secretário o vereador Saulo Noronha (SD), com a participação de 21 vereadores. Marinaldo fez um apelo aos colegas, por uma sessão ordinária rápida, em respeito a Audiência Pública sobre saúde aprovada por unanimidade pela CASA, marcada para às 10hs.

PEQUENO EXPEDIENTE

Após a leitura do expediente, o vereador Saldem Santana (DEM) abriu o pequeno expediente, falando de um projeto de lei, que vai exigir dos vendedores de gás de cozinha e dos postos de combustíveis, apresentarem em um quadro a composição dos impostos que incidem nos preços.

O vereador Alexandre Pereira (PSD), parabenizou os servidores da CASA que completaram nova idade nos últimos dias, Edson di Souza, Ribamar, Maésio e os vereadores Saulo Noronha e Renan Maracajá. Ele também pediu a participação de todos os vereadores na audiência pública a respeito do Sistema Público de Saúde.

O vereador Rostand Paraíba (PP), iniciou a sua fala parabenizando aos vereadores, a Prefeitura e o secretário de Educação, Asfora Neto que anunciou a volta às aulas no município em formato híbrido.

A vereadora Carol Gomes (PROS) convidou os vereadores para a Ação sobre a Vida, da programação do Setembro Amarelo, que será realizada na sexta-feira (10) no Viaduto Elpídio de Almeida.

Foto: Josenildo Costa/CMCG

GRANDE EXPEDIENTE

O vereador Janduy Ferreira (PSD), falou a respeito do seu projeto de lei para a criação de uma UBS Veterinária e da sua importância.

O presidente Marinaldo Cardoso (Republicanos) encerrou a 82ª sessão ordinária, convidando os vereadores para a sessão do próximo dia 14, em formato híbrido, a partir das 9h30.

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DIVICOM/CMCG




Vice-prefeito Lucas Ribeiro elogia iniciativa do vereador Rostand Paraíba para construção de Arenas Esportivas em Campina

O vice-prefeito de Campina Grande, Lucas Ribeiro (PP) elogiou, durante entrevista, a iniciativa do vereador Rostand Paraíba (PP) de propor à Prefeitura Municipal a construção de Arenas esportivas em vários bairros da cidade, como forma de incentivo ao esporte amador. Segundo Lucas, a ideia é digna de elogios e representa um anseio dos desportistas da cidade.

Recentemente, Rostand Paraíba recebeu Lucas Ribeiro na zona leste da cidade e o levou ao “Campo da Creche”, local onde será erguida pela Prefeitura Municipal a primeira Arena Esportiva, dentro da proposta apresentada por Rostand ao prefeito Bruno Cunha Lima. Lucas classificou a Arena como uma obra muito importante para a localidade.

“O campo da creche, onde será erguida a primeira Arena Esportiva de Campina Grande e que nós estivemos juntos, visitando, é uma demanda muito importante que a gente vai, se Deus quiser, conseguir entregar. Trata-se de um equipamento de qualidade para toda a zona leste, que vai usufruir daquele espaço. Parabéns, vereador Rostand, pelo seu trabalho e pela iniciativa”, afirmou Lucas.

O vice-prefeito também elogiou a atuação de Rostand na Câmara, considerando que, mesmo em primeiro mandato, ele tem se destacado no parlamento municipal. “O vereador Rostand é uma pessoa com quem a gente tem uma amizade sincera e bacana. Ele tem sido uma grande revelação, um vereador que tem estado dia a dia ao lado das pessoas, ao lado das comunidades, principalmente na sua área, que é a zona leste, que tem um representante que é voz na Câmara, é voz na cidade, e é a voz de suas demandas junto ao prefeito Bruno Cunha Lima”.

***Conteúdo de responsabilidade da Assessoria