CMCG diz sim pela criação, delimitação e ajustamento dos bairros e não pelo anuênio da mesa

Na manhã desta terça-feira (25), o presidente da CMCG, Marinaldo Cardoso (Republicanos) presidiu mais uma sessão realizada em formato híbrido, que contou com a presença de 21 vereadores.

Após a leitura dos expedientes, os vereadores inscritos nos pequeno e grande expedientes declinaram da fala por conta da realização da Audiência Pública em alusão ao Dia Nacional da Adoção, de autoria do vereador Rubens Nascimento (DEM).

Como acontece em quase todas as sessões da Câmara, os vereadores pedem 1 minuto de silêncio pelas vítimas da Covid-19. A vereadora Ivonete Ludgério lembrou a morte do padre Rachid; Jô Oliveira (PC do B), prestou sua homenagem à professora Cíntia Luzia; Anderson Almeida (PODE) se acostou às vereadoras e lembrou as mais de 450 mil vítimas da covid-19.

Foto: Josenildo Costa/CMCG

ORDEM DO DIA

Foi aberta com a votação do requerimento nº 2080 de 2021 que requer que sejam considerados de Urgência Especial o Projeto de Lei Nº 320/2021, de autoria do Poder Executivo, que dispõe sobre a criação, delimitação e ajustamento de bairros do Município de Campina Grande, em detrimento aos seus novos limites, o do Projeto de Resolução Nº 016/2021, que altera dispositivos do Regimento Interno da CASA, e dá outras providências. O requerimento foi aprovado por unanimidade.

O projeto do Executivo que dispõe sobre a criação, delimitação e ajustamento dos bairros, em detrimento aos seus novos limites foi aprovado pela maioria.

Já o Projeto de Resolução nº 16 de 2021, de autoria de Marinaldo Cardoso (Republicanos), que altera dispositivos do Regimento Interno da Casa foi rejeitado por maioria.

O projeto alterava o período de mandato dos integrantes da Mesa Diretora de dois anos para apenas um, sendo assim instituído o chamado anuênio.

Debateram o projeto de autoria do presidente, Ivonete Ludgério (PSD), Anderson Almeida (PODE), Olímpio Oliveira (PSL), Rubens Nascimento (DEM), Waldeny Santana (DEM), Alexandre Pereira (PSD) se absteve de votar, e o pastor Luciano Breno (PP) parabenizou a postura de Marinaldo Cardoso.

DIVICOM/CMCG




Alerta! sessões da CMCG voltam a ser realizadas 100% de forma remota a partir do dia 27

O presidente da Câmara Municipal de Campina Grande, Marinaldo Cardoso (Republicanos) comunicou aos vereadores que a partir da próxima quinta-feira (27), 100% dos trabalhos legislativos voltam a ser desenvolvidos de forma remota.

A decisão foi tomada em reunião da Mesa Diretora da CASA, após o recebimento do resultado dos testes realizados pela equipe da Secretaria de Saúde nos servidores e vereadores da Câmara na última semana. Marinaldo Cardoso informou que oito pessoas testaram positivo para covid-19, entre elas, o vereador Renan e o funcionário Maésio.

Depois da sessão, o presidente disse que ia ao Hospital Pedro I. O resultado do seu teste foi negativo, no entanto ele teve contato com o vereador Renan que testou positivo.

DIVICOM/CMCG




Vereadora Dona Fátima aprova indicativo na CMCG que leva cartilha com histórias do Forró e da cultura local para escolas do município

Com o intuito de enaltecer a cultura local, valorizar os costumes tradições populares na terra do Maior São João do Mundo, e reverenciar o forró, a vereadora Maria de Fátima Melo Silva, (Dona Fátima) do PODEMOS, aprovou na Câmara Municipal de Campina Grande (CMCG), o Projeto Indicativo que levará para as escolas do município uma cartilha contendo a história e a importância das raízes culturais.

A propositura, aprovada por unanimidade pelos vereadores e vereadoras da Casa, propõe a confecção e distribuição da cartilha na rede de ensino do município, baseada na obra “O que é o forró,” de autoria do músico e produtor musical Sandrinho Dupan e do músico, DJ, produtor e pesquisador Ivan Dias, que é natural de São Paulo.

A ideia é estimular no ambiente de sala de aula, as crianças e adolescentes a conhecerem detalhes da riqueza da cultura regional, a partir das expressões artísticas da música, dança no ritmo autenticamente regional que ganha vida ao som da sanfona, do triângulo e do zabumba.

Na justificativa, Dona Fátima destacou que Campina Grande é um grande celeiro cultural e importante polo para o desenvolvimento do forró, desde os tempos longínquos da indústria do algodoeiro, quando a cidade se tornou um importante entreposto comercial. Ela observou que na medida em que a cidade crescia, impulsionada pela chegada do trem com o desenvolvimento da linha férrea, o forró também passava a fazer parte das celebrações, história e da vida dos campinenses.

Dona Fátima lembrou que a cartilha que serviu de inspiração para a propositura, traz um pequeno apanhado da história do forró. Ela enfatizou que a obra, publicada pela Editora Universitária da Universidade Estadual da Paraíba (EDUEPB), e com riquíssimo conselho editorial, conta um pouco das origens da tradição do São João, da riqueza cultural da festa e outros elementos que fazem parte da região nordestina.

A vereadora do Podemos, observou que apesar da riqueza, o forró, considerado um patrimônio na região, ainda é pouco difundido e estudado nas redes municipal e estadual de ensino.

Diante da relevância cultural do tema, a vereadora disse que espera que o chefe do Executivo Municipal, reconheça a importância da iniciativa, e passe a confeccionar e distribuir a cartilha para as escolas do município, para que as crianças e os adolescentes da cidade, tenham oportunidade de aprender sobre a importância de nossas raízes culturais.

A obra também visa estimular a leitura dos campinenses. Diversos vereadores elogiaram a iniciativa de Dona Fátima. Diversos vereadores elogiaram a iniciativa de Dona Fátima. O projeto indicativo, inclusive, foi subscrito pelo presidente da Casa, o vereador Marinaldo Cardoso.
“Com o ensejo do dia mundial do livro, 23 de abril, fica a presente indicação como forma de estimular as nossas crianças e adolescentes ao hábito da leitura” argumentou a vereadora.

***Conteúdo de responsabilidade da Assessoria




Vereadores aprovam requerimentos e Dona Fátima trouxe para o debate a Cartilha O que é o Forró?

A vereadora Valéria Aragão (PTB) presidiu a sessão da CMCG nesta quinta-feira (20), de formato híbrido, que contou com a participação de 20 parlamentares que aprovaram requerimentos com votos de aplausos.

Após a leitura do expediente pela secretária Jô Oliveira (PC do B), foi iniciado o grande expediente com a prestação de contas do vereador Waldeny Santana (DEM), a respeito do Circuito das Feiras, que segundo ele, os obstáculos estão sendo superados. Ontem, esteve na Secretaria de Serviços Urbanos, acompanhando a realização das demandas que foram encaminhadas à Secretaria.

Anderson Almeida (PODE) complementando o tema trazido à tribuna pelo vereador Waldeny, informou que já trabalhou na CEASA/EMPASA e que é gratificante ter as mínimas condições de trabalho. Com feiras organizadas e higienizadas, aumenta a satisfação do trabalho e a procura da população pelas feiras.

Rubens Nascimento (DEM) trouxe uma reflexão sobre as Escrituras citando a profissão do apóstolo Lucas, que era médico, conhecedor da ciência, convocado por Cristo para estar com ele e aprender a perspectiva de alimentar a fé e crer em Deus. E que dentro dessa perspectiva, falou sobre o uso da máscara, do álcool gel e do processo da vacinação, que são habilidades científicas dadas por Deus.

Demonstrou a sua preocupação em relação às alergias medicamentosas que possui, e que tem feito estudos em relação às vacinas e que apesar disso busca instruir além de desejar e esperar que todo esse processo de vacinação seja acelerado, para que inclusive ele seja contemplado.

Concluiu informando que não há uma dissonância entre ciência e fé, apesar das discordâncias, pois “a benção de Deus pode vir administrada por um medicamento, de uma imunização por vacina, e pela cura que sempre virá dele através do seu filho Jesus” – finalizou.

Alexandre Pereira (PSD), se desculpou pela forma como foi interpretado na sessão do dia de ontem. Se retratou sobre a sua fala “quem quiser passar na frente para tomar a vacina”, informando que tratou do assunto de forma irônica. Também destacou o trabalho que vem realizando, acompanhando as ações da Secretaria da Saúde. E relembrou a visita que fez ao pastor vitimado por covid-19, na unidade hospitalar Pedro I, usando todos os equipamentos de proteção individual e complementou dizendo que “quem é negativista, negacionista, não vai usar trajes de proteção e que quem nega a covid-19 não fala sobre o tema”. Finalizou dizendo que a vacinação é a solução, este é o caminho para solucionar a pandemia e quando chegar a sua vez vai tomar a vacina.

Dona Fátima (PODE) tratou sobre o projeto de indicação 51/2021, uma matéria aprovada na Câmara de Vereadores, que indica a confecção de cartilha baseada na obra “O que é o forró?”, para distribuição na rede de ensino do município, buscando contar a nossa história de cultura e valor na educação base, com o intuito de enaltecer a cultura local e o forró, ritmo nordestino que está defasado na terra do maior São João do Mundo e que considera ser obrigação da CASA fazer com que as crianças conheçam a nossa cultura no ambiente escolar. E que além disso, trouxe para o dia de hoje, por meio de sua propositura, uma Tribuna Livre para discutir sobre o tema, com os músicos e produtores: Sandrinho do Pan e o Sanfoneiro Sandro.

Anderson Almeida (PODE) parabenizou a cartilha de propositura de Dona Fátima, pois considera que esse projeto incentiva as crianças e a juventude a conhecer o São João e a cultura local, sendo um papel importante na educação da população e de valorização da cultura local a partir das escolas municipais.

Janduy Ferreira (PSD) disse que Dona Fátima está de parabéns pelo projeto e considera o conteúdo e cultura chegando à escola, sendo esse lugar onde tudo começa e a cultura chega como forma de aprendizado. Destacou também a importância de as crianças conhecerem as raízes locais, ainda mais pelo fato de Campina Grande ter um destaque no mundo com a cultura nordestina.

Olímpio Oliveira (PSL) falou sobre o estado de Pernambuco e da maneira como eles resguardam e valorizam a cultura local, e que o tema trazido por Dona Fátima é importante, já que Campina Grande tem o seu turismo de evento, o produto mais forte é o forró, e que é preciso cuidar mais, do que é da nossa terra.

Foto: Josenildo Costa/CMCG

TRIBUNA LIVRE

A Tribuna Livre desta quinta-feira foi solicitada por Dona Fátima e contou com a participação de Alessandro dos Santos, conhecido como Sandrinho do Pan, e do sanfoneiro Sandro Moreno.

Sandrinho do Pan é músico, produtor e pesquisador, funcionário do museu dos 3 Pandeiros, e responsável pelas curadorias da música do local e um dos autores da Cartilha “O que é o forró”?

Ele agradeceu a oportunidade de participar desse debate e trouxe também o amigo Sandro que é sanfoneiro e que considera que esse profissional é o que mais representa a cultura do forró.

Explicou sobre como e porque a cartilha foi escrita, informando que a ideia surgiu a partir de uma oficina que foi ministrada sobre ritmos nordestinos na Europa, junto com o seu amigo Ivan, e que pelo fato de existir muitas coisas sobre o forró, porém sem a contextualização devida, os dois tiveram essa necessidade de formulação de uma cartilha explicativa sobre o tema.

A Cartilha apresenta as origens dos ritmos que compõem o forró, como também explica as origens do nome Forró. Ele considera que não é só um livro para ser colocado em sala de aula, mas um conceito que pode ser utilizado para até mesmo estudar a nossa história, como por exemplo, estudar a abolição dos escravos pela obra de Jackson do Pandeiro (música 13 de maio). Trazer essas pontes invisíveis para dentro da sala de aula.

Foto: Josenildo Costa/CMCG

Tem como propositura também a criação de material audiovisual e audiobook, para crianças, adolescentes e até mesmo para adultos, a partir da cartilha. Além disso, informou que realizou um questionário com crianças e que foi percebido que elas não tinham acesso às músicas da nossa cultura. Citou Juliette como exemplo, que por meio do conhecimento da sua identidade e das suas raízes nordestinas, alcançou o sucesso. Também fez crítica a algumas músicas modernas pela vulgarização, banalização das mulheres e do sexo.

Citou a gestão municipal que são sensíveis a arte e a cultura popular, acredita ser possível fazer encaminhamentos nesse tema, e demonstrou estar disposto a contribuir com o seu material e disposto a discutir ideias, “pois a arte precisa, e os artistas locais precisam de valorização”, finalizou.

O vereador Olímpio Oliveira (PSL) considera que não deveria ser preciso bater na porta do Poder Público para que existisse essa valorização dos músicos e cultura local, pois a Gestão deveria ser responsável por fazer uma busca ativa do que acontece na cidade, sobretudo dessa iniciativa. Citou a Orquestra Sanfônica que acabou e a cidade não se deu conta. Também destacou a culinária local e a venda de cordéis que estão sendo perdidos. Além disso, considera que quando aparece a oportunidade de resgatar essa cultura, muitas vezes o Poder Público não dá a devida atenção.

Jô Oliveira (PC do B), nascida e criada na feira central de Campina Grande, relembrou a memória afetiva que tem da sua cultura e considera que “se temos a oportunidade de levar para sala de aula, precisamos estimular essa proposta”. Destacou a fala de Olímpio Oliveira, em relação a Recife e a valorização da cultura local, e considera que é possível fazer o mesmo pelo estado da Paraíba a partir dessa iniciativa com o apoio de todos os vereadores e vereadoras da CASA, levando essa cartilha até as escolas, a partir da realidade local.

Dona Fátima (PODE) disse que nasceu e foi criada no sítio, em uma família com fortes raízes no forró, destacou mais uma vez a importância da Cartilha e da participação de Sandrinho do Pan e de Sandro Sanfoneiro, além do apoio dos vereadores e vereadoras.

Anderson Almeida (PODE), oriundo do bairro de Santa Rosa, destacou a expectativa da chegada do mês de junho e que na sua juventude escutava o disco de ‘’Assiszão e Capilé’’ numa radiola ao lado do avô, para dançar forró a noite inteira.

Ressaltou que não tem nada contra os outros ritmos, mas que não se pode abandonar a cultura local uma vez que os turistas vêm até o São João de Campina Grande em busca ‘’da sandália de couro, do arrastado de chinelo, do forró local, das barracas, das palhoças de forró pé de serra”. Além disso, citou a necessidade de um movimento dos trios de forró que precisam fazer parte majoritariamente do São João de Campina Grande.

Rubens Nascimento (DEM) parabenizou o palestrante e destacou a oportunidade de aprender sobre a cultura local, e que como representante da comunidade cristã evangélica, ressalta que sempre há muito preconceito, mas que o que ele tem como compreensão é que o combate deve ser em relação as drogas, as bebidas, a prostituição, mas não a cultura.

Citou a atuação dos missionários que quando precisam fazer suas missões são orientados a respeitarem as músicas, as vestimentas, a cultura local dos outros países, mas pontua que em suas próprias regiões, não existe essa mesma perspectiva.

Destacou que a Cartilha é uma forma atrativa de defender o que é nosso e que fará o que for possível para fortalecer o projeto até chegar aos alunos do município. Informou que já existe forró gospel, com letras evangelizadoras e resgate da cultura local e fez uma crítica ao “forró plastificado” que se faz atualmente. Por fim, parabenizou a propositura de Dona Fátima.

Janduy Ferreira (PSD) destacou que a cultura é importante de ser vivenciada, e apesar desse ano não poder ser vivenciada, tem que ser lembrada. Parabenizou Dona Fátima pelo tema discutido e destacou que a Câmara Municipal tem espaço para a cultura, seja nas escolas ou no Parque do povo, além disso, considera que é preciso valorizar o São João e levar para juventude esse conhecimento.

Rostand Paraíba (PP) ressaltou que os governantes precisam olhar com carinho para os músicos, pois a pandemia está afetando a vida de todos, principalmente devido aos decretos governamentais.

Falou da importância da cartilha nas escolas, mas relembra que estão fechadas e que é necessário vacinar os professores para retomada das atividades escolares.

Após a leitura de requerimentos, a vereadora Valéria Aragão (PTB) encerrou a sessão convidando a todos para a sessão ordinária da próxima terça-feira, 25, de maneira híbrida com transmissão ao vivo pela TV CâmaraCG (www.camaracg.pb.gov.br), ou pelos canais sociais do CamaraCG Oficial, no Facebook e Youtube, com início às 9h30.

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Sessão Especial lembra o Dia Nacional de combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes

A Câmara Municipal de Campina Grande realizou nesta quinta-feira (19), uma Sessão Especial para lembrar o Dia Nacional de combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes, uma propositura da vereadora Eva Gouveia (PSD).

O presidente da CMCG, Marinaldo Cardoso (Republicanos) abriu a sessão  convocando as autoridades para a formação da mesa, o juiz Hugo Gomes Zaher, da Vara da Infância de Campina Grande, o juiz Perilo Rodrigues de Lucena, também da Vara da Infância, Renata Andrade, coordenadora Municipal dos Direitos da Criança e dos Adolescentes, Lana Menezes, dos Conselhos Tutelares, Izolda Fragoso, Fábio César, do projeto SOS Brasil, Magliane Leite, da Coordenação da Rede de Proteção à Criança e Adolescente e o vice-prefeito Lucas Ribeiro. O promotor Raulino Maracajá, a promotora Elaine Cristina Alencar, a senadora Daniela Ribeiro e o deputado federal Pedro Cunha Lima participaram online da sessão.

Foto: Josenildo Costa/CMCG

A vereadora Eva Gouveia justificou a sua propositura, dizendo que o dia 18 de maio não é para comemorar, é um dia para lembrar. Nesta pandemia, os indicadores mostram que as crianças estão mais expostas. Também lembrou a sua passagem na SEMAS, do trabalho que foi executado durante o Maior São João do Mundo. Após apresentar a justificativa, o presidente Marinaldo Cardoso convidou a vereadora para presidir a sessão.

Magliana Leite, da Rede de Proteção, em sua fala diz que o 18 de maio é para lembrar e fortalecer a proteção da criança e do adolescente.  Campina Grande é referência em serviços e programas, mas, precisa chamar a atenção da sociedade para que seja parceira na denúncia dos abusos, que o olhar seja diferenciado para que se possa avançar.

Lana Menezes, do Conselho Tutelar, parabenizou a vereadora Eva Gouveia por trazer ao debate um tema tão importante, falar do trabalho que se faz no Conselho Tutelar. Ela informou que os Conselhos eram denominados por regiões Norte, Sul, Leste e Oeste, hoje a denominação é feita pelos números 1,2,3 e 4. Os telefones são 3310.6278 e 33106005.

A palestrante apresentou dados a respeito da violência sexual. De 2020 a 2021 foram registrados 94 casos, sendo 82 do sexo feminino e 12 do sexo masculino; 23 casos de crianças na faixa etária de 0 a 6 anos; 28 casos de 7 a 11 anos; e 43 adolescentes.

Lana esclarece que o agressor é sempre alguém próximo, que convive com a criança, na maioria o pai, seguido do padrasto, primos, namorado de um familiar e por último vizinho. Sempre ocorre dentro da casa da vítima e a família é quem mais busca o Conselho.

A denúncia de abuso pode ser feita pelo disque 100 e 123. Aqui temos como apoio a Rede Municipal da Saúde, e os Programas e serviços da Assistência Social. “A criança ou adolescente se sente culpada e ameaçada, quando deveria ser acolhida e protegida”, destacou.

Ela falou também do caminho que é percorrido: Serviço de saúde, ISEA ou Hospital da Criança; Segurança Pública; Acompanhamento do exame sexológico; CREAS; e acompanhamento psicológico. A garantia dos direitos fundamentais da criança deve ser preservada.

Rubens Nascimento (DEM) parabenizou a vereadora Eva Gouveia pela propositura da sessão e por seu trabalho realizado na Secretaria Municipal de Assistência Social. E fez uma analogia da campanha “Parecia ser carinho”. Parecia ser carinho presentear com guloseimas, pais, vizinhos, padres, pastores. Parecia ser carinho haver um plantão policial 190, que diz isso é coisa de menor; parecia que havia Conselho Tutelar, quando o atendente diz deixe para amanhã; parecia que havia Delegacia; parecia que havia perito humanizado. Ele indaga a respeito do papel de cada um nessa grande rede, qual o papel dos gestores e a participação da Igreja no cuidado das crianças e adolescentes.

Foto: Josenildo Costa/CMCG

O Juiz da Vara da Infância, Perilo Rodrigues de Lucena falou da sua alegria, satisfação e honra de participar desta sessão. Há um ano está em Campina Grande, trabalhando na pandemia agradecendo a Deus e a tecnologia para a realização de uma trajetória de sucesso. E agradeceu o voto de aplausos que recebeu da CMCG. Fez o registro de ter conhecido o saudoso Rômulo Gouveia e destacou o trabalho da Prefeitura desde a gestão de Romero Rodrigues, no cuidado com a criança e as parcerias com a SEMAS, Seduc e Secretaria de Saúde e disse que o juiz não faz nada sozinho e tem que ter apoio da Rede, dos CAPS, CREAS, CRAS e de advogados.

Ele anunciou que em Campina Grande 95% dos processos eram físicos e que a partir de junho 100% serão digitalizados. Também lembrou a luta do grupo de adoção Laços de Afeto, e que é um dever de todos denunciar. Também parabenizou a live feita pela Prefeitura-SEMAS.

Hugo Gomes Zaher, juiz da Vara da Infância e Juventude parabenizou pela sessão e destacou a importância da live de ontem. Ele afirmou que os dados de Campina Grande são consonantes com os nacionais e que se deveria trabalhar o Plano Municipal da Primeira Infância. “Aqui é muito organizado, estou há quatro anos e podemos evitar a violência institucional e para isso é preciso capacitar quem escuta, para saber ouvir, garantir um espaço humanizado para isso”, concluiu dizendo que estava emocionado por estar nesta CASA.

Marinaldo Cardoso (Republicanos) saudou Eva Gouveia pelo debate de um tema tão importante e relevante e que desde 2018 esse debate vem sendo realizado na Câmara. “Estamos aqui para fazer uma reflexão, precisamos avançar e encontrar saídas para reduzir esses números apresentados. “Defendo que a Assistência Social tenha um percentual de recursos para trabalhar, defendo também as campanhas do Fundo Municipal da Criança e do Adolescente e que precisamos da Frente Parlamentar”.

A Drª Elaine Cristina do Ministério Público disse que há muito do que se falar e parabenizou a todos da Rede de referência em nível nacional e falou do desafio de trabalhar nessa pandemia. Destacou que é essencial a participação da Câmara nesta luta. “Eva eu conheço a sua trajetória, a caminhada não é fácil, muito já fizemos, mas, precisamos avançar”, finalizou.

O Dr. Raulino Maracajá, do Ministério Público do Trabalho homenageou todos os presentes na sessão e disse que o MPT replica as boas práticas de Campina Grande. E lembrou que o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes é em memória à morte da menina Araceli Cabrera Crespo. No dia 18 de maio de 1973, aos 8 anos, ela foi raptada, drogada, estuprada, morta e carbonizada, no Espírito Santo. E que o crime praticado por jovens da classe média está impune até hoje.

O promotor lamentou os dados que são estarrecedores e que os traumas são para toda a vida. E que esses números não são reais, informações são perdidas por falta de denúncia. Falou também que a PRF mapeou 3.600 pontos nas BRs de vulnerabilidade e exploração sexual. Destacou ainda que a ausência de alunos nas escolas por conta da pandemia é um problema muito sério e traz graves consequências e diz que a Rede de Proteção à Criança deve ser fortalecida cada vez mais.

O vice-prefeito Lucas Ribeiro cumprimentou a todos em nome do juiz Perilo e falou das sessões especiais para debater assuntos tão importantes e parabenizou a CMCG que está sempre ativa.

Ele apresentou dados sobre abuso do Disque 100; a cada dois dias uma criança é abusada e que 74% do sexo feminino. E que os pontos de exploração sexual nas estradas são em postos, bares e restaurantes. Apela para que as pessoas denunciem os abusos através do Disque 100 e do 190.

Fábio César do Aplicativo SOS Criança agradeceu o convite e relembrou o saudoso Rômulo Gouveia que era amigo do seu pai Eraldo César. Ele relatou que há um ano falou do aplicativo SOS Mulher Brasil em Brasília e que a ministra Damares o parabenizou, e pediu para que ele criasse o SOS Brasil Criança, que tem nove formas de denúncia, são 24 horas por dia e qualquer pessoa pode denunciar. Fábio anunciou para breve um projeto mais abrangente ‘Nós salvamos vidas’ com o SOS Cães e Gatos e SOS Amazônia.

Izolda Fragoso, representante das Entidades não governamentais, disse que a plenária deveria estar cheia de crianças para serem escutadas. A situação é triste e a porta de entrada são os Conselhos Tutelares, falou das políticas de atendimento e que o Estatuto da Criança e do Adolescente que vai completar 21 anos, seja efetivado em todo o Brasil.

A sessão especial foi encerrada com a vereadora Eva Gouveia, convidando a todos para a sessão ordinária da quinta-feira, 20, de maneira híbrida com transmissão ao vivo pela TV CâmaraCG (www.camaracg.pb.gov.br), ou pelos canais sociais do CamaraCG Oficial, no Facebook e Youtube, com início às 9h30.

DIVICOM/CMCG




Câmara de Campina Grande discute Dia Nacional de Combate ao Abuso e a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

 A propositura da Sessão Especial foi da Vice-Presidente do Poder Legislativo Eva Gouveia

Na manhã desta quarta, 19, a Câmara de Campina Grande discutiu em sessão especial o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

A propositura foi apresentada através de requerimento para a sessão especial pela Vereadora Eva Gouveia (PSD) e foi aprovada por unanimidade pelo plenário da Casa de Feliz Araújo.

O Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes é lembrado dia 18 de Maio a data instituída pela Lei Federal nº 9.970/00 foi escolhida em memória à menina Araceli Crespo, de 8 anos, que foi espancada, estuprada, drogada e morta em Vitória (ES). A menina desapareceu em 18 de maio de 1973 e foi encontrada seis dias depois em um terreno baldio, próximo ao centro da cidade. O processo acabou arquivado.

A sessão foi iniciada pelo Presidente do Legislativo Marinaldo Cardoso (Republicanos) que convocou a mesa e a autora Eva Gouveia para que justificasse a propositura para a realização da sessão especial. Em seguida passou a presidência para Vereadora Eva Gouveia que conduziu os trabalhos.

Eva em sua justificativa disse que o tema é muito importante e que “a pandemia tornou as crianças e adolescentes mais expostas aos abusadores”.

A Presidente da Comissão de Educação também lembrou que Campina Grande tornou-se referência internacional no combate a exploração sexual e o trabalho infantil durante sua gestão a frente da SEMAS no governo do ex-prefeito Romero Rodrigues.

Também estiveram na sessão especial o Vice-prefeito Lucas Ribeiro (PP), o Juiz Titular da Vara da Infância em Campina Grande Perilo Lucena, o adjunto Hugo Zaer, a Presidente do Conselho de Proteção aos Direitos da Criança e do Adolescente Renata Andrade, a Gerente da Infância e Juventude da Secretaria da Assistência Social Magliana Leite, Vereadores, Conselheiros Tutelares, além de outras autoridades e a população na galeria.

***Conteúdo de responsabilidade da Assessoria




Vereadores debatem em sessão temas ligados a covid-19 e vacinação

Na manhã desta quarta-feira (19), Marinaldo Cardoso (Republicanos) presidiu mais uma sessão em formato híbrido que contou com a participação de 20 vereadores.

O vereador Waldeny Santana (DEM) abriu o pequeno expediente com a prestação de contas do trabalho que vem desenvolvendo e solicitou ao Governo do Estado o retorno da Operação Lei Seca na cidade. Ele informou ainda que esteve com o prefeito Bruno Cunha Lima e apresentou todas as sugestões feitas à SESUMA  depois das visitas do circuito das feiras da cidade. Também visitou o Hospital Pedro I e ficou impactado com o que viu e mais uma vez pediu fiscalização para evitar aglomerações, fechamento não. O vereador lembra que este é um momento de conscientização individual e que vai continuar nas ruas para verificar in loco os problemas da cidade e sempre fugindo da politicagem.

Alexandre Pereira (PSD) fez o registro da visita ao Parque da Criança com o prefeito Bruno após a revitalização da área, pinturas, novos equipamentos de ginástica e informou que em breve haverá modificação no entorno do parque. O vereador também fez um apelo ao prefeito para as devidas providências, no que diz respeito a invasões no Complexo Aluízio Campos, estão fazendo currais para animais e as ações do Poder Executivo devem ser rápidas.

A vereadora Jô Oliveira (PC do B) encerrou o pequeno expediente falando da preocupação das pessoas com a pandemia, citando o exemplo da Drª Melânia Amorim que informou a perda de duas gestantes pela covid. O sanitarista Heliomar Menezes também está aflito com a situação pandêmica. Apela para um compromisso coletivo na luta contra a propagação do coronavírus.

O vereador Sargento Neto (PSD abriu o grande expediente falando a respeito da vacinação contra o coronavírus e da ansiedade das pessoas que tomaram a primeira dose da Coronavac. O anúncio da Prefeitura através da Secretaria de Saúde, que a partir das 13h30 desta quarta-feira seria aplicada a segunda dose, logo cedo já se formavam filas nos locais, tudo por conta da vontade de ficar imunizado.

Ele também fez um relato da sua preocupação com a Estação Nova, no bairro do Quarenta, ao lado do 2º Batalhão de Polícia Militar, que precisa de uma atenção.

Até 1980 o trem passava, depois da desativação a área foi devastada, os galpões invadidos, até os trilhos foram roubados, e faz um apelo à Câmara para abraçar a causa. “Vamos pedir iluminação pública, o que dá uma sensação de segurança, sabemos que é inviável colocar a estação para funcionar, mas pode ser revitalizada e ser transformada uma área de lazer”. A proposta de revitalização da Estação Nova foi parabenizada pelo vereador Alexandre Pereira.

Anderson Almeida (PODE) mais uma vez falou da sua preocupação com a população por conta do aumento dos casos da covid-19, com o aumento das restrições e consequentemente se tem dois problemas, com a saúde para abrir novos leitos, e com a economia. As pessoas estão passando fome e é preciso que os pacotes sociais cheguem a quem precisa. E mais uma vez pede a reabertura das cozinhas e restaurantes populares.

O presidente Marinaldo Cardoso encerrou a sessão convidando os vereadores para a próxima sessão ordinária na quinta-feira (20), falando sobre a Tribuna Livre.

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Saúde Mental: Sessão especial de autoria de Carol Gomes debateu Luta Antimanicomial

O mês de maio é marcado pela Luta Antimanicomial, sendo 18 de maio instituído como o dia desta causa no Brasil em homenagem à luta dos profissionais de saúde, usuários e familiares por um tratamento mais humanizado no sistema de saúde mental.
Pensando nisso, após iniciativa da vereadora Carol Gomes (Pros), a Câmara Municipal de Campina Grande realizou na manhã de hoje (18), uma sessão especial para discutir a temática.

Participaram do momento o secretário de saúde, Filipe Reul, a coordenadora municipal de saúde mental, Lívia Sales, a médica psiquiatra, Dra. Tatiana Almeida, a psicóloga, Dra. Carmita Eulálio, o economista e ex-secretário de saúde, Geraldo Medeiros Júnior, e os moradores de residências terapêuticas, Marísio Bernardino e Hivanizete Pinto.
Na fala de abertura, a vereadora Carol expressou seu contentamento em proporcionar uma discussão importante e que defende durante toda a sua trajetória enquanto profissional de saúde.

“A minha caminhada na saúde mental vem de longo tempo. Ao fazer parte da equipe fundadora do Centro Campinense de Intervenção Precoce, enquanto fisioterapeuta, pude aprender a cuidar de pessoas e compreender os silêncios e os barulhos de cada sujeito”, falou a vereadora.
O secretário Filipe Reul destacou que Campina Grande tem a maior rede de saúde mental do estado e que segue trabalhando para que o município tenha um serviço ainda mais humanizado nesta área. Na oportunidade, o gestor ainda informou que já estão em andamento os trâmites para implantação de um CAPS no Complexo Habitacional Aluízio Campos.

O que dizem os especialistas

Lívia Sales, coordenadora de saúde mental, trouxe dados importantes, ao informar que a OMS – Organização Mundial da Saúde estima que uma em cada duas pessoas passará por um período muito adverso, algo que precisará de ajuda em alguma época da vida, pois trata-se de um adoecimento que não escolhe classe social, cor, gênero e/ou faixa etária, e ainda destacou a importância da Lei da Reforma Psiquiátrica (10.216/01), que criou esses serviços e conseguiu estabelecer esse novo modelo de tratamento.

Conhecido como o secretário ‘mentaleiro’ – referência ao seu empenho em prol da saúde mental de Campina Grande, o professor Geraldo Medeiros Jr, que participou da sessão de forma remota, detentor de um currículo de experiências exitosas, como ex-secretário de saúde, e ex-presidente do Conselho Municipal de Saúde, reforçou a relevância de ofertar aos cidadãos possibilidades para se ter uma vida mais longa e com mais qualidade.
“No capitalismo nem tudo pode ser considerado mercadoria. Fui chamado de secretário mentaleiro, e isso significa ter a capacidade de chorar com o sofrimento dos meus semelhantes, e de se indignar com as injustiças existentes”, destacou.

Para a Dra. Carmita Eulálio, professora de psicologia, a agilidade na implantação de modelos psiquiátricos substitutivos em Campina Grande é um grande marco para a saúde mental. A especialista também enfatizou a importância do investimento acadêmico acerca do tema.

A médica psiquiatra Dra. Tatiana Almeida, suscitou uma reflexão significativa ao falar sobre os riscos danosos que diagnósticos errôneos podem trazer para os pacientes, e por isso a necessidade de reconhecer a importância do trabalho psiquiátrico que imerge na realidade dos indivíduos com sofrimentos psíquicos.

A voz de quem foi silenciado

Marísio Bernardino, 55 anos, e Hivanizete Pinto, 47 anos, com certeza eram os donos das vozes mais aguardadas na sessão especial de hoje. Atualmente, moradores de residências terapêuticas, por anos viveram em regime de reclusão no sistema manicomial, lembranças e marcas que permanecem até o presente dia.

“Eu vim a pé do Sertão. Eu andava nu, eu não sabia o que era roupa. Tomava água quente de cacimba. Eu era acordado para levar choque… Hoje, na casa – referindo-se à residência terapêutica – tem um guarda-roupa cheio de roupas, e comida boa”, expôs Hivanizete.

Os relatos dolorosos também foram compartilhados por Marísio. “A gente não tinha colchão, dormíamos em cima das tábuas. Sofri muito lá…”, revelou.

Apesar de todos os avanços através da luta antimanicomial, ainda há muito o que se fazer quando o assunto é a saúde mental. Infelizmente, o tabu em relação aos cuidados psiquiátricos ainda existe e pode haver resistência e estranhamento em relação aos tratamentos necessários. Por isso, é muito importante a prática da boa informação, elucidando conceitos e ajudando a quebrar os estigmas relacionados à saúde mental.

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Vereadores aprovam requerimentos e lamentam a morte de Zé Gotinha

Durante a sessão híbrida da Câmara Municipal de Campina Grande realizada nesta terça-feira (18), presidida por Marinaldo Cardoso (Republicanos), os vereadores aprovaram sete requerimentos e lamentaram o precoce falecimento de José Antônio da Costa – Zé Gotinha, mais uma vítima da covid-19. A sessão contou com a participação de 21 vereadores.

A sessão foi iniciada com a leitura de 10 projetos de lei e sete requerimentos que foram aprovados por unanimidade.

O vereador Waldeny Santana (DEM) abriu o pequeno expediente com a apresentação da prestação de contas do seu mandato. Ontem visitou mais uma vez o Terminal de Passageiros Argemiro de Figueiredo e constatou que a administração está fechando o portão de trânsito e prejudicando os taxistas e mototaxistas. Informou ainda que já entrou em contato com o Sitrans para ver a possibilidade de um posto naquele local. E mais uma vez é preciso se buscar alternativas para melhorar a vida do cidadão campinense e a revitalização do terminal se faz necessária.

Antes da segunda participação no pequeno expediente, o presidente abriu espaço para a solicitação de um minuto de silêncio. Ivonete Ludgério (PSD) pediu por Maria José Travassos, vítima da Covid, Antônio Pereira da Silva e Regina Andrade; Eva Gouveia (PSD), por Maria Edneuma; Valéria Aragão (PTB) e Anderson Almeida (PODE), por José Antônio da Costa – Zé Gotinha; Jô Oliveira (PC do B), por Valéria Tavares Cavalcante; Marinaldo Cardoso (Republicanos) pela jornalista e educadora Adriana Braz e o comerciante José Onofre Firmino; e Renan Maracajá (Republicanos), pelo amigo Tiago Alves.

Jô Oliveira (PC do B) falou a respeito da luta LGBT, da necessidade de garantias de direito para essas pessoas, da mulher negra e trans que vem recebendo ameaças de morte e teve que sair do País. Também falou da sua visita ao Novo Bodocongó e que a situação é de calamidade.

Valéria Aragão (PTB) disse que muito se falou da morte de Zé Gotinha, um crítico nato da política de Campina Grande e do Estado. E que ele foi uma pessoa que lhe ajudou. Falar de Zé é falar de um amigo, que fez opção de não casar, não construir uma família, vivia seu tempo só com a política. Era um homem da política campinense.

Anderson Almeida (PODE) encerrou o pequeno expediente parabenizando Dona Fátima pelo aniversário e por seu trabalho na Câmara e que Valéria teceu muito bem os comentários sobre Zé Gotinha, que era uma pessoa de boa prosa. Waldeny Santana lembrou que a conversa com Zé Gotinha era de embate de ideias.

Rubens Nascimento (DEM) falou no grande expediente a respeito do abuso de crianças, principalmente nesse tempo de pandemia, também parabenizou Dona Fátima pela nova idade e destacou a importância dos debates públicos.

Antes de encerrar a sessão, o presidente Marinaldo Cardoso comunicou que na quarta-feira (19), uma equipe da Secretaria Municipal de Saúde, estará na Câmara, a partir das 8h para testagem.

DIVICOM/CMCG




Marinaldo garante apoio à inclusão de Associação de Surdos para recebimento de subvenções da PMCG

O presidente da Câmara Municipal de Campina Grande, vereador Marinaldo Cardoso (REP), comemorou a decisão do prefeito Bruno Cunha Lima de incluir a Associação dos Surdos de Campina Grande (ASCG) entre as entidades que receberão subvenções da Prefeitura Municipal.

Recentemente, o chefe do Poder Legislativo esteve visitando a entidade acompanhando o prefeito Bruno. No encontro com a comunidade surda, Marinaldo colocou a Câmara à disposição para receber as demandas e reivindicações que possibilitem aumentar as políticas de inclusão.

“Conhecemos o trabalho que a associação desenvolve em nossa cidade e temos procurado ajudar nessa luta que eles vêm travando pelos seus direitos. É importante destacar a preocupação da Câmara com a inclusão da comunidade surda”, declarou Marinaldo.

O presidente elogiou a decisão do prefeito em incluir a Associação dos Surdos na lista das entidades que irão receber apoio financeiro do Poder Público Municipal. Para Marinaldo, agora a luta será pela construção de uma sede própria para a associação.

No último sábado (15), ao acompanhar a vacinação contra a covid-19, o prefeito Bruno Cunha Lima fez o anúncio do repasse de subvenções à Associação dos Surdos. A partir deste mês, a entidade já começará a receber o apoio financeiro da Prefeitura.

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