Vereadores homenageiam jovem assassinado no Parque do Povo e cobram mais segurança

Vereadores homenageiam jovem assassinado no Parque do Povo e cobram mais segurança

A morte do jovem Davson Oliveira Barbosa, assassinado no último final de semana no Parque do Povo, foi o principal assunto na sessão ordinária dessa terça-feira (20) na Câmara Municipal de Campina Grande. Num gesto de solidariedade, os vereadores abriram a sessão com um minuto de silêncio em homenagem à memória da vítima. Vários parlamentares usaram a tribuna para discutir a segurança no Maior São João do Mundo e cobraram justiça.

O minuto de silêncio foi resultado de uma solicitação do vereador Sargento Neto (PRTB). Na tribuna, o parlamentar avaliou que existe um conjunto de fatores que conduzem a um crime dessa natura, que tem sua origem na educação e infraestrutura do país, passando pelos problemas de segurança pública e de ordem governamental.

“O momento é de reflexão. Vamos deixar de ser hipócritas e não acusar uns aos outros. Que todos nós, que representamos essa Casa, possamos nos unir e achar meios que venham melhorar nossa segurança. Não adianta acusar A ou B, que isso não vai levar a nada. O que nós lamentamos hoje é que morreu um cidadão de bem, um homem trabalhador, que eu conheci pessoalmente e a cidade toda sente essa dor”, lamentou Sargento Neto.

Também fazendo uso da tribuna, o vereador Bruno Faustino (PSB) cobrou da Prefeitura de Campina Grande e da empresa Aliança, responsáveis pela festa, mais segurança e aumento do contingente de segurança privada no interior da festa. “Claramente a empresa que atua na segurança privada no Parque do Povo não possui um número suficiente de profissionais para atender uma festa dessa dimensão”, reclamou o socialista, exigindo também que o crime seja amplamente investigado e que justiça seja feita.

O vereador Alexandre do Sindicato (PHS) ponderou, alegando que em uma festa que reúne mais de 50 mil pessoas numa só noite, com largo consumo de bebida alcoólica, não se pode esperar que não aconteça alguma ocorrência de violência. “O marginal quando quer entrar numa festa com uma arma, ele dá um jeito. Ainda mais numa festa com essa dimensão”, comentou Alexandre, e em seguida cobrou ações enérgicas dos órgãos responsáveis para evitar mais problemas de segurança no evento.

Dirp./CMCG




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